Ornette Coleman - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-The Garden of Souls
02-Toy Dance
03-Broadway Blues
04-Broadway Blues
05-Round Trip
06-We Now Interrupt For a Commercial

(fonte: wikipédia)
"O free foi a revolução mais radical ocorrida até hoje no jazz. Cinqüenta anos depois, ainda há críticos que confessam não conseguir gostar desse estilo, e grande parte dos jazzófilos acha que tudo que ele produziu não passa de barulho e confusão. A "culpa" é de Ornette Coleman, o saxofonista que libertou o jazz de sua estrutura convencional.

Ele nasceu em 9 de março de 1930 em Fort Worth, Texas, e começou a tocar sax alto aos 14 anos. Na década de 50, formou em Los Angeles um grupo com o trompetista Don Cherry e o baterista Billy Higgins.

Em 59, os três foram para Nova York, onde formaram um clássico quarteto com Charlie Haden no contrabaixo. O grupo lançou no mesmo ano "The Shape of Jazz to Come", com sua obra-prima "Lonely Woman". No ano seguinte, foi agregado o quarteto de Eric Dolphy (com Freddie Hubbard, Scott LaFaro e Ed Blackwell) para a gravação do manifesto do movimento, "Free Jazz". Nele, os dois quartetos tocavam simultaneamente. Os músicos improvisavam não com base na estrutura harmônica dos temas, mas de forma livre, e todos ao mesmo tempo.

Em 69, ele formou outro grupo com Haden, Blackwell, o saxofonista tenor Dewey Redman e seu filho Denardo Coleman. Durante alguns anos, pesquisou e gravou música indiana, africana e árabe. Em 75, formou a banda elétrica Prime Time, com duas guitarras, dois baixos e duas baterias. Começou a chamar atenção do público roqueiro, o que se consolidou com o LP "Song X", gravado com Pat Metheny em 85.

Nos anos 80 e 90, ele escreveu, tocou e gravou peças sinfônicas. Nos últimos anos, vem produzindo menos. O CD mais recente, "Sound Grammar", de 2006, traz um quarteto de formação atípica: sax, percussão e dois contrabaixos.
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Camisa de Vênus - Batalhões de Estranhos


(brazilian rock)

faixas (ordem alfabética):

Batalhões De Estranhos
Casas Modernas
Cidade Fantasma
Crime Perfeito
Eu Não Matei Joana D'Arc
Gotham City
Hoje
Ladrão De Banco
Lena
Noite e Dia
Rosto E Aeroportos


(fonte: wikipédia)
"Camisa de Vênus (também conhecido somente como Camisa) é uma banda de rock brasileiro.
Foi criada em Salvador quando Marcelo Nova (vocal), Robério Santana (Baixo), Karl Franz Hummel (guitarra base), Gustavo Mullen (Guitarra solo) e Aldo Machado (Bateria) se reuniram. A primeira apresentação foi em maio de 1982, em Salvador, e o lançamento do primeiro compacto, Primo Zé e Controle total, aconteceu no mesmo ano. O primeiro álbum, Camisa de Vênus, foi lançado em 1983 pela Som Livre.
Em 1983 o Camisa de Venus se muda para São Paulo e assinam contrato com a Som Livre. O nome da banda era considerado "indecente" por muitos, sendo assim a divulgação em rádio e televisão seria inviavel. Diretores da Som Livre chamaram os membros da banda para uma reunião e sugeriram a mudança do nome da banda, Marcelo nova disse que mudaria o nome sim, e sugeriu que o novo nome da banda fosse "capa de pica'.O Camisa de Vênus foi expulso da gravadora após essa reunião. A gravadora também retirou o disco de catálogo e, por mais de um ano, a banda ficou sem gravadora. Em 1985, assinaram com a RGE, que relançou o primeiro disco da banda. Ainda em 1985, foi lançado Batalhões de estranhos, nesse disco o Camisa divulga o single Eu não matei Joanna d'Arc.
A banda lotava ginásios em todo o país e em um desses ginásios gravaram o disco ao vivo, Viva, de 1986, o disco foi basicamente o registro de um show do Camisa, foi um marco na historia do rock nacional, o primeiro Ao Vivo realmente ao vivo, com microfonia, ecos e muitos palavroes. O disco fez muito sucesso, mas logo foi retirado das lojas pela censura. Ainda em 1986 assinaram um novo contrato com a WEA e lançaram o álbum Correndo O Risco, do qual Só o fim se tornou um hit. Neste mesmo disco o Camisa, uma banda de origem punk, convida uma orquestra para participar da canção " A ferro e fogo", algo completamente inusitado.
Em outubro de 1987 foi lançado o álbum duplo Duplo Sentido. Esse álbum conta com a participação especial de Raul Seixas, na música "Muita estrela pouca constelação" que retrata o cenário musical da época. Em novembro, Marcelo Nova deixou a banda, para investir em sua carreira solo. O Camisa de Vênus encerra suas atividades. Em 1995, o Camisa voltou a se apresentar com uma formação diferente, que lançou o último álbum, Quem é você?.
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Arnaldo Antunes - 2007 - Ao Vivo no Estúdio


(brazilian pop rock)

faixas:

01 Qualquer
02 Saiba
03 Fim do Dia
04 Não Vou Me Adaptar
05 Se Tudo Pode Acontecer
06 Socorro
07 Um a Um
08 Num Dia
09 Qualquer Coisa
10 O Que
11 Eu Não Sou da Sua Rua
12 Quarto De Dormir
13 Contato Imediato
14 Pedido De Casamento
15 Luzes
16 Judiaria


(fonte: wikipédia)
"Arnaldo Antunes (São Paulo, 2 de setembro de 1960) é um músico, poeta e artista visual brasileiro, mais conhecido por sua participação como integrante do grupo de rock Titãs. Em suas principais áreas de atuação artística, a música, a poesia e a arte visual, demonstra a influência de sub-gêneros modernistas ou pós-modernistas.

Em 1978 ingressou em Letras da FFLCH-USP, onde seguiria o curso de Lingüística, não fosse o sucesso dos Titãs lhe tomar todo o tempo entre shows, gravações, ensaios, turnês e entrevistas. No dia 13 de novembro de 1985, foi preso, juntamente com o colega de Titãs Tony Bellotto, por porte de heroína. Arnaldo passou 26 dias preso e foi condenado por tráfico de drogas. Desligou-se da banda em 1992, depois de dez anos de grupo, por conta de suas direções artísticas. Apesar de sua saída, Arnaldo continuou compondo com os demais integrantes do grupo e várias dessas parcerias foram incluídas em discos dos Titãs, assim como em seus discos solo.

No ano de 2002, formou em parceria com os amigos Marisa Monte e Carlinhos Brown o trio Tribalistas, pelo qual lançaram o álbum homônimo. Também atuou como ensaísta na Folha de São Paulo, onde deixou evidente o substrato teórico que transparece no seu trabalho estético. Lançou no final do ano de 2007 o primeiro DVD de sua carreira, o Ao Vivo no Estúdio, que passeia por toda sua carreira e que conta com as participações especiais do ex-titã Nando Reis, do titã Branco Mello, do Ira! Edgard Scandurra e dos tribalistas Marisa Monte e Carlinhos Brown.
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1985 - Legião Urbana


(brazilian pop rock)

faixas:

01 - Será
02 - A dança
03 - Petróleo do futuro
04 - Ainda é cedo
05 - Perdidos no espaço
06 - Geração Coca-Cola
07 - O reggae
08 - Baader-Meinhof blues
09 - Soldados
10 - Teorema
11 - Por enquanto


(fonte: wikipédia)
"Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock surgida em Brasília ativa entre 1982 e 1996. Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias por mês. O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996.
A banda foi formada em agosto de 1982, após a dissolução do Aborto Elétrico, grupo seminal da cena punk de Brasília, o qual também originou o Capital Inicial. Para compor, Renato Russo se inspirava em bandas como The Smiths, The Cure e Joy Division.
A primeira apresentação da Legião Urbana aconteceu em 5 de setembro de 1982 na cidade mineira de Patos de Minas, durante o festival Rock no Parque, que contou com outras oito atrações, entre elas a da Plebe Rude, que abriu o palco para a Legião.
Esse foi o único concerto em que a banda apareceu com a sua primeira formação: Renato Russo (vocalista e baixista), Marcelo Bonfá (baterista), Paulo Paulista (tecladista) e Eduardo Paraná (guitarrista)[1]. Após a apresentação, Paulo Paulista e Eduardo Paraná deixaram a Legião. O próximo guitarrista seria Ico Ouro-Preto (irmão de Dinho Ouro-Preto, vocalista do Capital Inicial), mas foi logo substituído por Dado Villa-Lobos, que assumiu a guitarra da Legião em março de 1983[2].
Em 23 de julho de 1983, a Legião faz no Circo Voador, Rio de Janeiro, um concerto que mudaria a história da banda. Após a apresentação, eles são convidados a gravar uma fita demo com a EMI. No ano seguinte entra o baixista Renato Rocha e começa então a gravação do primeiro disco.
O primeiro álbum Legião Urbana, lançado em 2 de janeiro de 1985, é extremamente politizado, com letras que fazem críticas contundentes a diversos aspectos da sociedade brasileira. Paralelo a isso, possui canções de amor que foram marcantes na história da música brasileira, como "Será", "Ainda é cedo" e "Por Enquanto", esta última que é considerada como a melhor faixa de encerramento de um disco, segundo Arthur Dapieve, crítico e amigo de Renato Russo. "Geração Coca-Cola" é outra música famosa deste álbum.
O segundo álbum, Dois, foi lançado em 1986. O disco deveria ser duplo e se chamar Mitologia e Intuição, mas o projeto foi recusado pela gravadora, fazendo com que o disco saísse simples. Em seu começo é possível ouvir um pouco da canção "Será" envolto a ruídos de rádio e do hino da Internacional Socialista. É o segundo álbum mais vendido da banda, com mais de 1,2 milhão de cópias, e considerado por muitos o mais romântico. "Tempo Perdido" fez um grande sucesso e se tornou num dos clássicos da Legião. "Eduardo e Mônica", "Índios" e "Quase Sem Querer" também fizeram sucesso.
Que País É Este 1978/1987 pode ser considerada a primeira coletânea feita pela banda de Brasília, embora todas as faixas tivessem sido regravadas e produzidas para este álbum e em estúdio. Este material foi programado para entrar no antigo projeto Mitologia e Intuição, que foi abortado pela gravadora. Das nove canções do disco, sete eram do antigo Aborto Elétrico. Esta é a obra mais punk da Legião Urbana e contém em seu encarte uma breve história do grupo. Foi o último trabalho oficial com a participação do então baixista Renato Rocha. Seu título provisório era Mais do Mesmo. As maiores músicas deste álbum foram "Que País É Este", "Faroeste Caboclo" e "Angra dos Reis".
O álbum As Quatro Estações de 1989 é considerado por muitos o melhor trabalho deles, além de conter o maior número de hits: são onze canções, das quais pelo menos nove foram tocadas incessantemente nas rádios. É o álbum mais vendido da Legião, com mais de 1,7 milhão de cópias[carece de fontes?], é também considerado o disco mais "religioso". O baixista Renato Rocha tocou com o trio nos três primeiros álbuns e chegou a gravar o baixo de algumas faixas desse álbum, mas acabou por deixar o grupo devido a desentendimentos com os outros membros. As linhas de baixo originalmente gravadas por Rocha foram regravadas por Dado e Renato, que se revezaram nos baixos e guitarras. Músicas legendárias como "Pais e Filhos" e "Monte Castelo" fizeram parte deste álbum.
Lançado em Novembro de 1991, V é o disco mais melancólico. Renato estava em um momento complicado de sua vida, com a descoberta de que era soropositivo um ano e meio antes, os problemas no relacionamento com o namorado americano, Robert Scott Hickman, e o alcoolismo. O álbum é recheado de canções atípicas para os "padrões" da banda. A atmosfera de "Metal Contra as Nuvens", com seus mais de onze minutos de duração, é um dos destaques, assim como a densa "A Montanha Mágica", a crítica social de "O Teatro dos Vampiros" e a melancólica "Vento no Litoral". Para boa parte dos fãs mais fervorosos, esta é a obra-prima da Legião Urbana.
O álbum O Descobrimento do Brasil de 1993, época em que Renato Russo tinha iniciado o tratamento para livrar-se da dependência química e mostrava-se otimista quanto ao seu sucesso. Ainda assim, as letras oscilam entre tristeza e alegria, encontros e despedidas. É como se, para seguir em frente, fosse necessário deixar muitas coisas para trás, e não se pudesse fazer isso sem uma boa dose de nostalgia. Desta forma, Descobrimento é um álbum com fortes notas de esperança, mas permeado por tristeza e saudosismo. Ainda assim, é considerado por muitos o álbum mais "alegre" e delicado da Legião Urbana. E um dos que menos tocou nas rádios. As músicas de maior sucesso foram "Vinte e Nove" e "Perfeição", música essa que foi na época uma pesada crítica ao Brasil, fez parte deste álbum.
O último concerto da Legião Urbana aconteceu em 14 de janeiro de 1995, na casa de apresentações "Reggae Night" em Santos, litoral do estado de São Paulo. No mesmo ano, todos os discos de estúdio da banda até 1993 foram remasterizados no lendário estúdio britânico Abbey Road Studios, em Londres, famoso por vários discos dos Beatles; e lançados em uma lata, intitulada "Por Enquanto 1984-1995". A lata também incluía um pequeno livro, com um texto escrito pelo antropólogo Hermano Vianna, irmão do músico Herbert Vianna.
A Tempestade ou O Livro dos Dias, lançado em 20 de setembro de 1996, foi o último da banda. Além disso, o álbum possui densas e belíssimas músicas, alternando o rock clássico de "Natália" e "Dezesseis", ao lirismo de "L'Avventura", "A Via Láctea", "Leila", "1º de Julho" e "O Livro dos Dias" e ao classicismo de "Longe do Meu Lado". As letras, em geral, abordam temas como solidão, passado, homossexualidade, AIDS, amor, intolerância e injustiças, o que faz do disco um dos mais belos da música brasileira.
Algumas canções do disco sugerem uma despedida antecipada, como diz o trecho "e quando eu for embora, não, não chore por mim", da canção "Música Ambiente". As fotos do encarte foram tiradas próximas à época do lançamento, exceto a de Renato, que foi aproveitada da sessão de fotos do seu álbum solo Equilíbrio Distante de 1995, já que o cantor se recusou a fotografar para o disco. Este álbum foi lançado inicialmente como um livrinho com capa de papelão e depois como álbum tradicional (caixa de plástico). A foto do guitarrista Dado é diferente entre as duas versões. Com exceção de "A Via Láctea", as demais faixas do álbum possuem apenas a voz guia de Renato, que não quis gravar as vozes definitivas. Também não foram incluídas as frases "Urbana Legio Omnia Vincit" e "Ouça no Volume Máximo", presentes nos discos do grupo. Em seu lugar, uma frase do escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade: "O Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus".
O fim oficial da banda aconteceu em 22 de outubro de 1996, onze dias após a morte do mentor, líder e fundador da banda. Renato Russo faleceu 21 dias após o lançamento de A Tempestade, no dia 11 de Outubro de 1996.
Uma Outra Estação foi um álbum póstumo. A idéia original era de que A Tempestade fosse um álbum duplo. Como saiu simples, as sobras de estúdio foram compiladas nesse álbum de 1997. Canções como "Clarisse" ficaram de fora do álbum anterior por desejo do próprio Renato, que a considerava com uma temática muito pesada. A letra da canção "Sagrado Coração" consta no encarte porém não possui registro da voz de Renato. O álbum conta com participações especiais como Renato Rocha, baixista dos primeiros discos da Legião, e Bi Ribeiro, baixista dos Paralamas do Sucesso.
A banda então prossegue fazendo sucesso e vendendo muitos discos[carece de fontes?], mas sem tocar mais, e se seguem muitas entrevistas e reportagens com os ex-integrantes, Dado e Bonfá. Muitos começam a ouvir as músicas da banda após a morte de Renato, aclamado por alguns até mesmo como herói, embora sem nenhum feito heroico, mas perpetuado como um portador de uma visão crítica e realista.
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E - BOOK >>>>>>>> Paulo César de Araújo - Roberto Carlos em Detalhes



Polêmica biografia do Rei. Sinceramente nao vejo porque o chilique do Roberto. O Paulo Cesar Araujo desenovolveu um trabalho seríssimo, bem documentado e sem nenhum laivo de sensacionalismo. Se em determinados momentos a coisa parece meio bizarra é muito mais pela força do fato do que pelo poder de criação do autor. Excelente obra, demonstra toda a envergadura deste gigante da música nacional.



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Dizzy Gillespie - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-Manteca
02-Tin Tin Deo
03-Ooh-Shoo-Be-Doo-Bee
04-Birks works
05-School Days
06-They Can't Take That Away From Me
07-Alone Together
08-Lady Be Good
09-The Mooche
10-There Is No Greater Love

(fonte: wikipédia)
"Ele e Charlie Parker foram os "pais" do bebop, mais influente estilo de jazz dos últimos 60 anos. Dizzy Gillespie foi também um dos melhores trompetistas do gênero e pioneiro do chamado "latin jazz".
De família pobre, John Birks Gillespie nasceu em 21 de outubro de 1917 em Cheraw, Carolina do Sul. Aprendeu trompete aos 15 anos, e aos 20 tocava em big bands na Filadélfia. No início dos anos 40, já em Nova York, acompanhou Duke Ellington e Ella Fitzgerald, e começou a escrever clássicos como "Night in Tunisia" e "Woody'n'You". Na orquestra de Earl Hines, em 43, conheceu Charlie Parker.
Após os shows das big bands em que tocavam, ele e Parker se reuniam em pequenos bares para longas jam sessions (improvisos) com outros jovens músicos. Nessas noitadas desenvolveu-se o bebop, que os rapazes começariam a gravar a partir de 45: "Hot House", "Groovin' High", "Salt Peanuts" e outros clássicos.
No ano seguinte, Gillespie formou uma big bang, explorando ritmos cubanos em "Manteca" e "Cubana Be/Cubana Bop". Pela orquestra e subsequentes grupos menores passaram John Coltrane, Sonny Rollins, Stan Getz e outros que viriam a ser também mestres do jazz.
Até os anos 70 ele alternou big bands e pequenos grupos, e participou do "supergrupo" Giants of Jazz, com Thelonious Monk, Art Blakey e outros. Seu último projeto foi a United Nation Orchestra, que reunia músicos de vários países, entre eles os brasileiros Cláudio Roditi e Flora Purim. Ele deixou de tocar em 92, e morreu em 6 de janeiro do ano seguinte, em Englewood, Nova Jersey, de câncer no pâncreas.
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Egberto Gismonti - Trem Caipira (1985)

(brazilian instrumental music - keyboards)

Neste disco o Egberto põe seus sintetizadores a seviço da obra do Villas-Lobos. Claro que a "Bachiana nº 5" vai ser sempre o destaque pra mim esteja ela em que disco for.

faixas:

O trenzinho do Caipira

Dansa
Bachiana nº 5
Desejo
Cantiga

Canção do carreiro
Prelúdio
Pobre cega


(fonte: Wikipédia)

" Egberto Amin Gismonti (Carmo, Estado do Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1947) é um compositor, músico, cantor e arranjador brasileiro, considerado um virtuoso da música instrumental popular, destacando-se pela sua capacidade de experimentação.
De família musical, começou a estudar piano aos cinco anos. Ainda na infância e adolescência, seus estudos no Conservatório já incluíram flauta, clarinete, violão e piano. Em 1968, participou de um festival da TV Globo com a canção "O Sonho", que atraiu a atenção do público e elo
gios da crítica. Partiu nesse mesmo ano para a França, onde estudou música dodecafônica com Jean Barraqué e análise músical com Nadia Boulanger.
Em 1969, lançou seu primeiro disco, Egberto Gismonti, com forte influência da Bossa Nova. O álbum, hoje cult, acabaria sendo uma de suas obras mais acessíveis, dado que, nos anos 1970, Gismonti se dedicaria a pesquisas musicais e experimentações com estruturas complexas e instrumentos inusitados, voltando-se quase exclusivamente para a música instrumental.
A hesitação das gravadoras brasileiras com o seu estilo o levou a procurar refúgio em selos europeus, pelos quais lançou vários álbuns pelas décadas seguintes. Gismonti explorou diversas avenidas da música, sempre imprimindo o seu interesse pessoal: o choro o levou a estudar o violão de oito cordas e a flauta, a curiosidade com a tecnologia e a influência da Europa o levaram aos sintetizadores, a curiosidade com o folclore e as raízes do Brasil o levaram a estudar a música indígena do Brasil,
tendo mesmo morado por um breve período com índios yawaiapiti, do Alto Xingu.
A carreira de Gismonti prosseguiu sólida - se não comercialmente explosiva - e o artista continuou gravando seus álbuns e participando de discos alheios, além de fazer turnês de sucesso, especialmente na Europa. Entre os músicos com os quais colaborou ou colaboraram com ele, destacam-se Naná Vasconcelos, Marlui Miranda, Charlie Haden, Jan Garbarek, André Geraissati, Jaques Morelenbaum, Hermeto Paschoal, Airto Moreira e Flora Purim.
Gismonti nos anos 80 recomprou todo o seu repertório de composições e tornou-se um dos únicos compositores do país donos de seu próprio acervo. Ele relançou parte de sua discografia pelo seu próprio selo, Carmo. Muitos músicos vêm gravando suas composições recentemente. "




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Lee Morgan - Folha Clássicos do Jazz





faixas:

01-The Sidewinder
02-Since I Fell For You
03-Speedball
04-Ceora
05-The Rumproller
06-I Remember Clifford

(fonte: wikipédia)
"No jazz há muitos artistas subestimados, e Lee Morgan é um deles. Um dos melhores trompetistas das décadas de 50 e 60 morreu muito jovem, aos 33 anos, o que o impediu de ganhar maior fama ao longo do tempo. Além da carreira solo, ele gravou com os maiores da época, como Dizzy Gillespie, John Coltrane, Art Blakey, Quincy Jones e Wayne Shorter. Entre os que ele influenciou estão Freddie Hubbard e Wynton Marsalis.
Edward Lee Morgan nasceu em 10 de julho de 1938, em Filadélfia, Pensilvânia. Aos 15 anos, já liderava o próprio grupo. De 56 a 58, tocou na big band de Dizzy Gillespie e, quando o líder a desfez, ele foi para os Jazz Messengers de Art Blakey, onde ficou até 61. Em 57, participou do disco "Blue Train", de John Coltrane.
Problemas com heroína o levaram a um afastamento temporário até 63, quando ele voltou à cena em Nova York, gravando seu maior sucesso, o LP "The Sidewinder", que chegou à parada pop. Retornou aos Messengers em 64, saindo definitivamente no ano seguinte, para iniciar carreira solo. Outros discos de sucesso foram "Search for the New Land", de 64, e "Caramba!", de 68. Morgan teve uma morte trágica. Em 19 de fevereiro de 72, aos 33 anos de idade, levou um tiro da própria mulher, Helen More, durante uma discussão dentro de um clube em Nova York. "



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Heitor Villa - Lobos - Bachianas Brasileiras - Orquestra da Radiotelevisão Francesa


(brazilian classic music)

Neste disco uma das mais belas melodias compostas pelo Homem: a "Bachiana nº 5 - Ária".

faixas:

01 - BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 5 . ÁRIA (CANTILENA) ADAGIO
02 - II. DANÇA (MARTELO) ALLEGRETTO
03 - BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 2 -I. PRELÚDIO (O CANTO DO CAPADOCIO) ADAGIO
04 - II. ÁRIA (O CANTO DA NOSSA TERRA) LARGO
05 - III. DANÇA (LEMBRANÇA DO SERTÃO) ANDANTINO MODERATO
06 - IV. TOCATA (O TRENZINHO DO CAIPIRA) UN POCO MODERATO
07 - BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 1 - I. INTRODUÇÃO (EMBOLADA) ANIMATO
08 - II. PRELÚDIO (MODINHA) ANDANTE
09 - III. FUGA (CONVERSA) UN POCO ANIMATO
10 - BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 9 -I. PRELÚDIO VAGAROSO E MÍSTICO
11 - II. FUGA POCO APRESSADO


(fonte: wikipédia)
"Heitor Villa-Lobos[1] (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 — Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959 foi um compositor brasileiro, célebre por unir música com sons naturais.
Aprendeu as primeiras lições de música com o pai, Raul Villa-Lobos, funcionário da Biblioteca Nacional, que morreu em 1899. Ele lhe ensinara a tocar violoncelo usando improvisadamente uma viola, devido ao tamanho de "Tuhu" (apelido de origem indígena que Villa-Lobos tinha na infância). Sozinho, aprendeu violão na adolescência, em meio às rodas de choro cariocas, às quais prestou tributo em sua série de obras mais importantes: os Choros, escritos na década de 1920. Casou-se em 1913 com a pianista Lucília Guimarães.
Após viagens pelo Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, no final da década de 1910, ingressou no Instituto Nacional de Música, no Rio de Janeiro (atualmente Escola de Música da UFRJ), mas não chegou a concluir o curso, devido à desadaptação - e descontentamento - com o ensino acadêmico.
Suas primeiras peças tiveram alguma influência de Puccini e Wagner, mas a de Stravinsky foi mais decisiva, como se vê nos balés Amazonas e Uirapuru (ambos de 1917). Apesar de suas obras terem aspectos da escrita européia, Villa-Lobos sempre fundia suas obras com aspectos da música realizada no Brasil. Utilizava sons da mata, de eventos indígenas, africanos, cantigas, choros, sambas e outros gêneros muito utilizados no país. O meio acadêmico desprezava o que escrevia, até que uma turnê do pianista polonês Arthur Rubinstein pela América do Sul, em 1918, proporcionou uma amizade sólida, que abriria as portas para a mudança de Villa-Lobos para Paris, em 1923.
Na Semana de Arte Moderna, em 1922, ficou famoso um episódio em que o compositor é chamado ao palco e entra com um dos pés calçado de sapato e o outro de sandália, com uma atadura chamativa no dedão. Interpretada como uma atitude de vanguardismo provocativo, Villa-Lobos é vaiado; depois viria a explicar que o ferimento era verdadeiro, demonstrando sua ingenuidade ante as reações ardorosas despertadas pelo evento.
Passou duas longas temporadas na França, o maior reduto musical da época, através da ajuda financeira da família Guinle. Residiu em Paris entre 1923 e 1924, e de 1926 a 1930, quando voltou ao Brasil para participar de um programa de educação musical do governo de Getúlio Vargas. Nesse tempo, a influência de Stravinsky foi sobrepujada pela da música brasileira, seja a indígena, seja a dos chorões. Essas duas vertentes são bastante marcantes nos catorze Choros. Os temas nordestinos viriam a se fazer mais presentes na década de 1930, ao lado da inspiração reencontrada em Bach.
O ano de 1930 deu novo rumo à vida do compositor, pois conseguiu concretizar seu projeto de introduzir a disciplina Canto Orfeônico (coral) nas escolas de ensino médio de todo o país, por intermédio da confiança depositada pelo interventor do Estado de São Paulo, João Alberto, aliado de Getúlio Vargas. Foi professor catedrádico de Canto Orfeônico do Colégio Pedro II,no Rio de Janeiro.
Desse projeto, destacaram-se os concertos ao ar livre com a participação de milhares de alunos. Um desses concertos, no estádio São Januário, contou com quarenta mil vozes e a presença do presidente Getúlio Vargas. Em 1936, pediu separação de sua primeira esposa e se uniu com Arminda d'Almeida Neves, a "Mindinha", com quem viveu até a morte.
Na década de 1940, Villa-Lobos conheceu os Estados Unidos. Teve ótima aceitação de suas obras e a definitiva aclamação. Diversas orquestras estado-unidenses lhe encomendaram novas composições, bem como de instrumentistas renomados que lá moravam ou se apresentavam. Se na metade de sua vida, seu eixo fora Rio-Paris, agora passava a ser Rio-Nova Iorque.
Mesmo com o sucesso, nunca foi rico; também não teve filhos. Em 1947, em Nova Iorque, sofreu a primeira intervenção cirúrgica para tratar do problema que tiraria-lhe a vida doze anos mais tarde, pouco mencionado em suas biografias: o câncer de bexiga, possivelmente causado por seu vício em charutos. Recuperou-se e ganhou mais vigor para compor.
Na sua última década de vida surgiram as cinco últimas sinfonias, os seis últimos quartetos de cordas, quase todos os concertos (exceto o primeiro para piano e o primeiro para violoncelo), sua ópera Yerma, a suíte A Floresta do Amazonas e diversas obras de câmara, como a Fantasia Concertante para Violoncelos (1958) e o Quinteto Instrumental, para flauta, violino, viola, violoncelo e harpa (1957). Em nova viagem a Paris, em 1955, gravou algumas de suas obras mais importantes, regendo a ORTF (Orquestra da Rádio-Teledifusão Francesa), mais de sete horas de música, remasterizadas na década de 1990, e atualmente disponíveis em CD. Em 1959, regeu sua última gravação, à frente da Symphony of the Air, justamente A Floresta do Amazonas, e voltou para o Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos meses depois, em sua casa.
Villa-Lobos se incomodava muito com o título de compositor brasileiro. Ele sempre fazia questão de dizer que era compositor do mundo, afinal ninguém fala de outros compositores como Mozart, Bach, etc., dizendo que são de determinados países.
Entre os títulos mais importantes que recebeu, está o de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nova Iorque; foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Música e regeu onze orquestras brasileiras e quase setenta na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, México, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela.
A música de Villa-Lobos é, sobretudo, sui generis: o compositor nunca chegou a possuir um estilo definido. Se tanto, é possível encontrar preferências por alguns recursos estilísticos: combinações inusitadas de instrumentos (que muitas vezes prejudicaram a expressividade da música), arcadas bem puxadas nas cordas, uso de percussão popular, imitação de cantos de pássaros (recurso no qual era mestre, só tendo um único concorrente: o francês Olivier Messiaen; ambos nunca se conheceram).
Não defendeu nem se enquadrou em nenhum movimento, e continuou por muito tempo desconhecido do público no Brasil e atacado impiedosamente pelos críticos, dentre os quais Oscar Guanabarino, seu eterno opositor. Ainda assim, sempre foi fiel a seu próprio impulso interior para compor: "Minha música é natural, como uma cachoeira", disse certa vez. Essa obediência a seu instinto o tornou o mais prolífico compositor erudito do século XX; somente alguns barrocos, como Telemann, possuem mais obras do que Villa-Lobos.
Esse instinto pela natureza mesma da palavra não era disciplinado, e essa indisciplina se manifestou muitas vezes numa harmonia (uso de acordes) excessivamente livre, quando fazia uma peça deliberadamente tonal, e numa orquestração inadequada - sua vida desprogramada, às vezes tendo de se render às necessidades do dia-a-dia, colaborou para que diversas obras ficassem sem um melhor acabamento.
Villa-Lobos, porém, sempre se recusou a fazer revisões, aceitava seus "monstros", como ele chamava os rascunhos que rabiscava em guardanapos, e nunca usou a palavra "acabamento": não se concentrava numa obra só e logo passava às idéias novas que lhe surgiam, na sala de sua casa, num navio ou num trem. Por outro lado, é possível encontrar composições onde recorreu a melodias já usadas antes, tal qual em Magdalena.
Esses problemas, todavia, não estão presentes em três de suas peças mais conhecidas. O Trenzinho do Caipira é uma magistral amostra de uso dos instrumentos de uma orquestra imitando o som de um trem. A Cantilena das Bachianas n° 5, originalíssima em sua instrumentação, possui um contraponto simples, mas muito correto. A Introdução das Bachianas n° 4 - matéria-prima do Samba em Prelúdio, de Baden Powell e Vinícius de Morais - apresenta progressões harmônicas bem trabalhadas e que casam perfeitamente com o clímax romântico do meio do movimento.")



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The Jackson 5 - Diana Ross Presents The Jackson 5 (1969 )

Antes de se tornar escravo da mídia e de si próprio, o Michael Jackson se constituiu em um dos maiores nomes da black music. O Pequeno Jackson conquistou o mundo, inicialmente compondo ao lado dos irmãos o Jackson 5. Aqui, nosso reconhecimento ao artista - falecido na data de hoje - na forma da postagem de um dos seus primeiros albuns, ainda na Motown e sob os auspicios da Diana Ross.


faixas:

01 - zip-a-dee doo-dah
02 - nobody
03 - i want you back
04 - can you remember
05 - standing in the shadows of love
06 - you've changed
07 - my cherie amour
08 - who's lovin you
09 - chained
10 - (i know) i'm losing you
11 - stand
12 - born to love you

(fonte: wikipédia)
"Michael Joseph Jackson (Gary, 29 de agosto de 1958 - Los Angeles, 25 de Junho de 2009[foi um músico, cantor, compositor, ator, publicitário, escritor, produtor, diretor, dançarino, instrumentista e empresário norte-americano.
Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de "King of Pop" ("Rei da música Popular"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I(1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller[7];
No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock[8] e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso. Vídeos como "Black or White" e "Scream" mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o robot e o moonwalk. Seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade de suas músicas influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.
Jackson doou milhões de dólares durante toda sua carreira à causas beneficentes através da Dangerous World Tour, compactos voltados à caridade e manutenção de 39 centros de caridades. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido ao Vitiligo e geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública. Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se e foi pai de três filhos, todos os quais geraram controvérsia do público. O cantor teve experiências com crises de saúde desde o início dos anos 90 e sofreu também comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.
Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem uma série de recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreiro solo e seis Grammys com The Jacksons e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente, alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão. Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de muito sucesso como rock superstar fez dele parte da história da música rock e cultura popular por mais de quatro décadas.[9] Nos últimos anos, foi citado como o homem mais conhecido mundialmente.
"



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Derek & The Dominos - Layla And Other Assorted Love Songs



Indicação desta que sempre se constituiu em fonte de incentivo a este espaço. Sim, minha amiga, como lhe falei sou um dos únicos a gostar dessa versão para "Little Wing", meio progressiva, com um laivo de psicodélico. Claro que a delicadeza do original é mais tocante. Mas essa aqui ficou um charme...hehehehe...grande abraço e grato pela sugestão.

faixas:

01 I Looked Away
02 Bell Bottom Blues
03 Keep On Growing
04 Nobody Knows You When You're Down And Out
05 I Am Yours
06 Anyday
07 Key To The Highway
08 Tell The Truth
09 Why Does Love Got To Be So Sad
10 Have You Ever Loved A Woman
11 Little Wing
12 It's Too Late
13 Layla
14 Thorn Tree In The Garden

(fonte: "1001 discos para ouvir antes de morrer")
"Um grupo quase fictício acaba fazendo um álbum duplo que, embora não tenha vendido quase nada na época, vem sendo considerado um clássico do rock, graças ao single com a faixa-título. O Derek em questão é Eric Clapton, que, depois de temporadadas com os Yardbirds, John Mayall’s, Cream e (por pouco tempo) Blind Faith, formou uma banda para fazer seu primeiro e precioso disco solo.

Os Dominos que acompanhavam o tal Derek eram três americanos: o tecladista Bobby Whitlock, o baixista Carl Radle e o baterista Jim Gordon, todos ex-integrantes do Delaney and Bonnie and Friends, um conjunto informal de músicos com quem Clapton havia tocado algumas vezes. A maioria das canções é resultado sessões de improviso solto e descontraído e, em todas, a proposta era tocar com uma renovadora economia.

O golpe de mestre de Clapton foi convocar Duane Allman como artista convidado: sua slide guitar na faixa “Layla” parece um trem desgovernado, num dos mais memoráveis riffs da história do rock. Até o mal humorado produtor Tom Dowd ficou impressionado.
“Quando terminou”, revelou ele, “eu saí do estúdio e disse: ‘Essa porra é o melhor disco que eu fiz em 10 anos.’” Assim que foi lançado o single, “Layla” chegou ao sétimo lugar nas paradas, e subiu mais três degraus em sua reedição, exatamente 10 anos depois.
Essa canção de amor não correspondido foi inspirada por Pattie Boyd, a mulher do melhor amigo de Clapton, George Harrison. Clapton canalizou sua paixão frustrada para a música deste álbum, fazendo energéticas releituras de clássicos do blues, de Big Bill Broonzy a Hendrix – que, hoje, também são consideradas clássicas por seu próprio mérito. "



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Duke Ellington - Coleção Folha Clássicos do Jazz



O homem de "Caravan"e "Satin Doll"

faixas:

01-Satin Doll
02-Stardust
03-One O'Clock Jump
04-Stormy Weather
05-Take The _A_ Train
06-4_30 Blues
07-In Triplicate
08-Chili Bowl
09-Janet
10-Happy Reunion
11-Caravan
12-Wig Wise

(fonte: Jazz Folha)
"Ellington é um dos maiores compositores do século 20. Também arranjador, bandleader e pianista, ele dizia que seu real instrumento era a orquestra. Que, por sinal, "tocava" como ninguém. Aliando sofisticação e simplicidade, conquistou desde o público mais culto até o americano médio que só queria dançar e se divertir. E foi um dos pioneiros do swing, o estilo mais popular da história do jazz.
Edward Kennedy Ellington nasceu em Washington, em 29 de abril de 1899. Com 17 anos já se apresentava tocando ragtime. Em 1923, foi com o grupo The Washingtonians para Nova York, onde começou a gravar no ano seguinte. O grupo se tornaria a Duke Ellington Band, recrutado músicos como o saxofonista Johnny Hodges e o trompetista Cootie Williams.
A partir de 28, a orquestra lançou clássicos como "The Mooche", "Mood Indigo" e "Black and Tan Fantasy". Nos anos 40, tendo Billy Strayhorn como arranjador, atingiu o ápice, com "Take the A Train", "Ko-ko", "Concerto for Cootie", "Cotton Tail" e outros standards.
Ambiciosas suítes de inspiração clássica foram afastando Ellington do público até que, em 56, ele fez uma triunfal apresentação no Festival de Newport. Revigorado, passou a excursionar pelo mundo até sua morte, em 24 de maio de 74, em Nova York, de câncer do pulmão. Mas a orquestra sobreviveu, passando a ser dirigida pelo filho Mercer Ellington e, após a morte deste, pelo neto, Paul Mercer.
"



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Charlie Parker - Coleção Folha Clássicos do Jazz



Em tempo: procurem assistir o filme "Bird", dirigido pelo Clint Eastwood e tendo a magistral inrerpretação do Forest Whitaker no papel do Charlie Parker... FANTÁSTICO.

faixas:

01-Moose The Mooche
02-I'll Walk Alone
03-Ornithology
04-Out Of Nowhere
05-Now's The Time
06-Don't Blame Me
07-Dancing On The Ceiling
08-Cool Blues
09-Groovin' High

(fonte: Jazz Folha)
"Apesar de ter vivido apenas 34 turbulentos anos, ‘Bird‘ inscreveu seu nome entre os maiores do jazz. Dono de uma técnica excepcional ao sax alto, foi um dos improvisadores mais brilhantes do gênero. E, junto a Dizzy Gillespie, catalisou o surgimento do bebop, um dos principais estilos do jazz.
Charles Christopher Parker Jr. nasceu em 29 de agosto de 1920 em Kansas City. Deixou a escola aos 15 anos e logo aderiu às drogas, que consumiriam sua vida. Aos 17, já estava na orquestra de Jay McShann.
Depois de tocar com Earl Hines e Billy Eckstine, juntou-se a outros jovens músicos em jam sessions lideradas por ele e Dizzy Gillespie em pequenos bares de Nova York. Desses encontros surgiu o bebop, cujas primeiras gravações, em 45, tornaram-se clássicas: "Hot House", "Groovin’ High", "Shaw ’Nuff" etc. Nos anos seguintes, novas obras-primas, muitas delas de sua autoria: "Now’s the Time", "Ko-ko", "Billie’s Bounce", "Ornithology" e outras.
Mergulhado no álcool e nas drogas, Bird morreu em 12 de março de 55, em Nova York, de pneumonia e congestão. Seu estado era tão deplorável que o médico responsável pela autópsia supôs que tivesse entre 50 e 60 anos.
"



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Charles Mingus- Coleção Folha Clássicos do Jazz -



faixas:

01-Nostalgia in Time Square
02-I Can't Get Started
03-No Private Income Blues
04-Alice's Wonderland

(fonte: Jazz Folha)
"Um dos maiores compositores e contrabaixistas do jazz, Charles Mingus destacou-se também como bandleader. Seu Jazz Workshop era, mais que um grupo, um laboratório de idéias no qual os músicos improvisavam com grande liberdade sobre suas inovadoras criações, antecipando o free jazz. Ele fundia blues, gospel, música clássica e a influência de Duke Ellington para criar algo novo e instigante.
Mingus nasceu em 22 de abril de 1922 em Nogales, Arizona, e cedo se mudou com a família para Los Angeles, onde aprendeu a tocar trombone e violoncelo antes de optar pelo contrabaixo. De 41 a 53, tocou com Louis Armstrong, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Duke Ellington e outros grandes.
Em 54 fundou o Jazz Workshop, pelo qual passaram Max Roach, Lee Konitz e Jackie McLean. De 56 a 64, gravou os clássicos LPs "Pithecanthropus Erectus", "The Black Saint and the Sinner Lady" e "Charles Mingus Presents Charles Mingus", entre outros. Os arranjos podiam incluir ruídos e espaço para improvisações coletivas de grande força expressiva.
Depois de quatro anos afastado dos palcos e estúdios, voltou em 70 com muito sucesso. Um raro tipo de esclerose que atrofia os músculos deixou-o paralítico em 77 --mesmo sem tocar, ele continuou fazendo discos, nos quais atuava apenas como coordenador musical. A doença o derrotou em 5 de janeiro de 79, em Cuernavaca, México.
"



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Fernando Mendes (1975)


(brazilian romantic singer)

faixas:

01 - Cadeira De Rodas
02 - Bem Feito
03 - Desejo Louco
04 - Amor De Todo Jeito
05 - Prece Ao Vento
06 - Eu Queria Ser
07 - Ídolo De Cera
08 - A Mendiga
09 - Vem Pra Cá Morena
10 - Não Consigo Lhe Esquecer
11 - Os Bons Tempos Do Rock_1975
12 - Você Não Pode Proibir
13 - O Pôr-do-Sol


(fonte: wikipédia)
"Luiz Fernando Mendes Ferreira (Conselheiro Pena, Minas Gerais[1]), mais conhecido como Fernando Mendes, é um cantor e compositor brasileiro.
Destacou-se na década de 1970 com a musica Cadeira de Rodas, que vendeu mais de um milhão de cópias e foi executada nas rádios de todo o país.
Entre os prêmios que ganhou, está um disco de ouro e o prêmio Villa Lobos de disco mais vendido de 1979 com a música Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, com arranjo de Hugo Bellard.
Fez shows no Brasil e no exterior e participou de variados programas de televisão. Atualmente continua compondo e se apresentando nos palcos brasileiros.
A carreira de Fernando Mendes começou concomitantemente à de José Augusto, com quem compôs e gravou algumas canções. Seu primeiro sucesso foi gravado em 1973: a música A Desconhecida, de sua autoria, regravada pelo funkeiro Mister Mu, no início dos anos 90.
Além de Cadeira de Rodas e A Desconhecida, primeiros grandes sucessos, e Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, Fernando Mendes também teve uma música na novela da TV Globo Duas Vidas de 1976: Sorte Tem Quem Acredita Nela, com arranjo de Hugo Bellard.
Mas a "volta" de Fernando Mendes ao cenário musical foi a regravação de Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, por Caetano Veloso para a trilha sonora do filme "Lisbela e o Prisioneiro". A regravação rendeu uma redescoberta do compositor e cantor mineiro, que teve uma coletânea lançada pela Som Livre.
Em 1974, teve uma música censurada pela ditadura militar chamada Meu Pequeno Amigo, que fazia referência ao caso Carlinhos, um seqüestro de grande repercussão na época e não elucidado até hoje.
"



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Oskar Sala - Resonanzen (1970)



As bases da música eletrônica ... Esqueça os "bate estacas".

faixas:

01 - dance w perc. solo
02 - agitato
03 - in a light march-rhythm
04 - meditation
05 - interludium
06 - echo-structures
07 - improvisation
08 - fugato
09 - concertanto
10 - ostinato



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Nat King Cole - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-Ballerina
02-Funny (Not Much)
03-The Continental
04-I Wish You Love
05-You Leave Me Breathless
06-Thou Swell
07-My Kinda Love
08-The Surrey With The Fringe On Top
09-Where Or When
10-Miss Otis Regrets (She's Unable To Lunch Today)
11-Joe Turner Blues
12-Mr_ Cole Won't Rock & Roll
13-In A Mellow Tone
14-Whatcha' Gonna Do


(fonte: Jazz Folha)
"Ele não foi apenas um cantor de sucessos populares, mas também um grande jazzista. Seu estilo elegante e a voz de veludo influenciaram artistas tão diversos como Oscar Peterson, Diana Krall, Chuck Berry, Ray Charles e Otis Redding.
Nathaniel Adams Coles nasceu em 17 de março de 1917 (algumas fontes registram 1919) em Montgomery, Alabama. A família era pobre, mas musical. Ainda criança, ele aprendeu a tocar piano com a mãe. Suas primeiras gravações, em 36, foram no grupo do irmão Eddie, contrabaixista (outro irmão, Freddy, é hoje um cantor renomado).
No ano seguinte, ele formou o King Cole Trio com o guitarrista Oscar Moore e o baixista Wesley Prince (mais tarde substituídos). Com esse grupo sem bateria, e já cantando, ele começou em 39 a gravar seus primeiros sucessos. Em rápida ascensão, atingiu duas vezes o topo da parada de rhythm & blues em 43, com "That Ain't Right" e "All for You". Em 46, "(I Love You) For Sentimental Reasons" foi número um na parada pop, assim como seu primeiro LP, "The King Cole Trio".
Somando quase 80 músicas de sucesso desde esse período até os anos 60, ele rivalizou com Frank Sinatra, algo excepcional para um artista negro numa época de discriminação racial. Cole foi o primeiro negro a ter um programa semanal na televisão americana e fez vários filmes, como "St. Louis Blues" e "Blue Gardenia".
Em 50 nasceu sua filha Natalie, que também se tornou cantora de sucesso. Em 15 de fevereiro de 65, Nat morreu de câncer no pulmão, em Santa Monica, Califórnia. "



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Os Demonios da Garoa - Leva Este (1968)


(brazilian traditional - samba)


faixas:

1- benedita lavadeira
2- mimoso colibri
3- samba do criolo doido
4- já fui uma brasa
5- são paulo, menino grande
6- hora do adeus
7- leva este
8- cabeça de prego
9- casamento do moacir
10- quem é vivo sempre aparece
11- aprenda a sambar
12- ultimo sambista




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David Gilmour - Live In Gdansk... LINKS DENUNCIADOS E BLOQUEADOS... AGUARDEM NOVOS LINKS



(por Marcos Bragatto, in www.dosol.com.br)
"""Os mais novos talvez não saibam que o fim do regime socialista no Leste Europeu começou num porto de uma cidade polonesa chamada Gdanski, onde um sindicato liderado por um eletricista de nome Lech Walesa liderou as ações trabalhistas até chegar à presidência da República. Qualquer semelhança com o Lula e o ABC Paulista não é mera coincidência. Nos anos oitenta, o logotipo do Sindicato Solidariedade (Solidarnosc, em polonês) virou até motivo de consumo pop classemediano. Pois foi justamente no tal porto que o eterno ex-Pink Floyd David Gilmour se apresentou, em 2006, no vigésimo sexto aniversário do sindicato, e gravou esse DVD/CD duplo ao vivo, junto com a Orquestra Sinfônica Filarmônica do Báltico. No Brasil o material aparece nas prateleiras em dois formatos: um só com o CD duplo e outro com o DVD como terceiro disquinho – lá fora CD e DVD são idênticos, e ainda há uma caixa com um terceiro CD, com músicas em versões de outras apresentações durante a mesma turnê. Assim, por aqui periga a opção só de áudio ser a mais interessante. Não que o vídeo não valha a pena – muito ao contrário -, mas o repertório do CD é sete músicas maior, sendo que, entre elas, seis são clássicos do Pink Floyd que jamais poderiam ter ficado de fora do vídeo, prejudicando a íntegra e a seqüência do espetáculo, já que não se sabe, a julgar pelas imagens, que música vem antes da outra. Ademais, onde já se viu um DVD durar menos que um CD? O ano de 2006 marcou o lançamento do álbum “On A Island”, de Gilmour, que é executado na íntegra no início do vídeo, já que “Speak to Me”, “Breath”, a exuberante “Time” e “Breath (Reprise)”, foram limadas. Como o repertório é bem lento o espetáculo torna-se muito mais contemplativo, com a orquestra, do que agitado, como num show do rock. Além do palco enorme, com seis telões gigantescos sobre ele, que exibem imagens individualizadas dos integrantes, realça o fantástico jeito de tocar guitarra de Gilmour, que usa e abusa, às vezes com a ajuda de Phil Manzanera (aquele mesmo do Roxy Music) da guitarra steel, instrumentos cujas cordas ficam presas em uma mesa e são tocadas com um dedal de metal. É assim nas ótimas “Then I Close My Eyes”, quase atrapalhada por um saxofone, “Smile”, e em “High Hopes”, da fase do Pink Floyd sem Roger Waters. Inevitável, então, a comparação entre as apresentações solo dos dois que um dia lideraram o Pink Floyd. Gilmour não tem a inquietude política de Waters – embora “A Great Day Of Freedom”, inspirada nos conflitos da Europa Oriental, tenha virado música-símbolo da apresentação -, mas é o guitarrista, e isso lhe confere maior autoridade ao tocar as músicas do PF, sobretudo com a presença do tecladista Richard Wright, num de seus últimos registros em vídeo, já que faleceu esse ano. Wright canta na brilhante “Comfortably Numb” e é peça indispensável nos 25 minutos de duração de “Echoes”, garantindo - de longe – o melhor momento do vídeo. Waters, de seu lado, parece cantar com mais autoridade as paranóias que escreveu. Diferenças que reforçam a necessidade de juntar os dois, assunto, aliás, evitado por Gilmour numa coletiva que aparece no “Gdansk Documentary”, onde o guitarrista e a mulher são recebidos por Walesa. Se a abertura política propiciou, entre outras liberdades, a de ter um espetáculo desses na Polônia, coisa rara nos tempos da Cortina de Ferro, de outro lado os sindicalistas temem perder o local onde funciona o porto (e onde aconteceu o show) para a especulação imobiliária. Prova irrefutável de que, se o socialismo não deu certo, tampouco o capitalismo é bem sucedido."""

faixas CD 1:

01. Speak To Me
02. Breathe
03. Time
04. Breathe (Reprise)
05. Castellorizon
06. On An Island
07. The Blue
08. Red Sky At Night
09. This Heaven
10. Then I Close My Eyes
11. Smile
12. Take A Breath
13. A Pocketful Of Stones
14. Where We Start

faixas CD 2:

01. Shine On You Crazy Diamond
02. Astronomy Domine
03. Fat Old Sun
04. High Hopes
05. Echoes
06. Wish You Were Here
07. A Great Day For Freedom
08. Comfortably Numb


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Herbie Hancock - Coleção Folha Clássicos do Jazz


faixas:

01-Empty Pockets
02-Jack Rabbit
03-Yams
04-The eye Of The Hurricane
05-Cantaloupe Island
06-The Sorcerer
07-I Hava A Dream

(fonte: Jazz Folha)
" Ele já tocou música clássica e africana, funk, rock, hip hop, techno e até disco music. A cada aventura, ganha novos admiradores, enquanto fãs antigos torcem o nariz. Herbie Hancock foi um dos que mais contribuíram para alargar as fronteiras do jazz e confundir os críticos, às voltas com a velha questão: afinal, o que é e o que não é jazz?
Herbert Jeffrey Hancock nasceu em 12 de abril de 1940 em Chicago. Ele foi um menino-prodígio do piano clássico, tocando Mozart em um concerto com a Sinfônica de Chicago, com apenas 11 anos. Pouco depois se iniciou no jazz. Aos 20, morando em Nova York, ingressou na banda do trompetista Donald Byrd.
Seu primeiro LP, "Takin' Off", lançado em 63 pela conceituada Blue Note, já trazia um de seus maiores clássicos, 'Watermelon Man', que estourou tanto nas rádios de jazz como nas de rhythm & blues. O atento Miles Davis logo o chamou para integrar seu mitológico quinteto com Wayne Shorter, Ron Carter e Tony Williams, um dos mais famosos nos anos 60.
Depois de cinco anos com Miles, ao lado de quem lançou as sementes do jazz-rock fusion, mergulhou no funk-jazz eletrônico com sua nova banda, The Headhunters. O LP "Head Hunters", de 73, foi um dos mais vendidos na história do jazz. Ele continha outro de seus maiores sucessos, "Chameleon". A partir daí, Hancock tornou-se um popstar, tocando para multidões e chegando a emplacar quatro discos na parada pop ao mesmo tempo.
Inquieto, voltou ao jazz acústico com o V.S.O.P., reencontro do quinteto de Miles, tendo Freddie Hubbard no trompete. Essa alternância entre o jazz mais tradicional e a experimentação prossegue até hoje. Ele grava com astros pop como Sting, Santana e Christina Aguilera, e em seguida com jazzistas como Wynton Marsalis e Wayne Shorter.
"



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Cássia Éller - O Marginal (1992)


(brazilian pop rock)


faixas:

01-CASO VOCÊ QUEIRA SABER
02-SONHEI QUE VIAJAVA COM VOCÊ
03-SENSAÇÕES
04-TEU BEM
05-AMNÉSIA
06-O MARGINAL
07-ELES
08-AQUELE GRANDÃO
09-BOBAGEM
10-COMÉDIA
11-HEAR MY TRAIN A COMING
12-IF SIX WAS NINE


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Louis Armstrong - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:
01-Perdido Street Blues
02-Afte You've Gone
03-Basin Street Blues
04-Black and Blue
05-St_ Lpuis Blues
06-When the Saints Go Marching In
07-Mack the Knife
08-High Society Calypso
09-La Vie Rose
10-WHat a Wondeful World


(fonte: Jazz Folha)
"Ele é, ao lado de Duke Ellington, o maior nome da história do jazz. Entre outros predicados, Louis Armstrong foi o artista mais popular e um dos melhores trompetistas do gênero. Inovações como o solo individual e o scat (canto sem palavras) são atribuídas a ele.
Satchmo ou Pops, como era carinhosamente chamado, nasceu em 4 de julho de 1901, em New Orleans (ele dizia ter sido em 1900, mas sua certidão de nascimento registra o ano seguinte). Ele teve uma infância muito pobre e problemática. Foi criado pela mãe e a avó, pois o pai abandonou a família.
Aos 11 anos, foi levado para um reformatório por ter disparado uma pistola. Mas o castigo trouxe sua redenção, pois no reformatório ele aprendeu a tocar corneta (que mais tarde trocaria pelo trompete). Com 19 anos, substituiu o então "rei da corneta", King Oliver, na banda do trombonista Kid Ory. De 1922 a 24, tocou e gravou com Oliver e Fletcher Henderson, em Chicago.
De 25 a 28, já como líder, fez os clássicos registros com os Hot Five e Hot Seven, que incluíam Kid Ory, Johnny Dodds e Lil Hardin, sua mulher na época. "Potato Head Blues", "Muskrat Ramble", "West End Blues" e muitos outros imortais standards do jazz surgiram nesses três anos. Em 29, Satchmo mudou-se para Nova York e ganhou reconhecimento mundial tocando em grandes orquestras. Nas décadas de 40 e 50, voltou a reunir um grupo pequeno, os All Stars, para outras lendárias gravações.
À medida em que foi adotando um repertório mais comercial e dando mais destaque à voz, Armstrong passou a competir com os astros pop nas paradas, chegando a desbancar os Beatles com o LP "Hello Dolly", de 64. Outra canção de grande apelo popular foi "What a Wonderful World". Coroado de sucesso, ele morreu de ataque cardíaco em 6 de julho de 71, em Nova York.
"



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Wando - Seleção de Ouro


(brazilian singer)
Você pode nao gostar, mas não tem como negar a presença do Wando durante anos na grande mídia. E vamos e venhamos, diante de tanta merda que tá rolando por aí, sinto uma saudade imensa do cara.

faixas:

01. Wando - A Paz que Nasceu pra mim
02. Wando - Vê Coração Bandido
03. Wando - Gosto de Maçã
04. Wando - Nega de Obaluaê
05. Wando - Samba da Poeira
06. Wando - O Ferroviário
07. Wando - Moça
08. Wando - Na boca do povo
09. Wando - Emoções
10. Wando - Zeca, Poeta de Guerra
11. Wando - Senhorita, Senhorita
12. Wando - Gazela

(fonte: wikipédia)
"Wanderley Alves dos Reis, o Wando (Cajuri, 2 de outubro de 1945) é um cantor brega-romântico brasileiro. Formado em violão erudito, começou a lidar com música aos 20 anos, em Minas Gerais, onde nasceu.
Formou uma banda na cidade de Congonhas e com ela tocou em bailes e festas da região. Mais tarde passou a compor as próprias músicas, alcançando sucesso com Nega de Obaluaê, de sua autoria.
Mudou-se para São Paulo onde Jair Rodrigues gravou a canção O Importante É Ser Fevereiro, outro sucesso. Depois de alguns compactos e um LP gravados, estourou em 1975 com as músicas Moça, que fez parte da trilha sonora da novela global Pecado Capital de Janete Clair, e A Paz que Nasceu para Mim, ambas pertencentes ao repertório daquele álbum. O início de carreira foi pontuado pela gravação de sambas compostos por ele próprio e outros de compositores desconhecidos. Seu primeiro disco, "Glória a Deus no céu e samba na terra", de 1973, é basicamente de samba. No entanto, do segundo disco em diante, fez uma opção clara pelo repertório romântico, muitas delas com forte conteúdo sensual e erótico. Um dos maiores sucessos é Fogo e Paixão. Os discos têm títulos sugestivos como Ui-Wando de Paixão, Vulgar e Comum É Não Morrer de Amor, Obsceno, Depois da Cama, Tenda dos Prazeres, Mulheres, o que lhe rendeu o título de o cantor mais erótico do Brasil.
Em seus shows, os cenários em geral apresentam banheiras, camas, haréns e existe distribuição de calcinhas perfumadas.
Fez uma participação especial como cantor no filme Benjamim, baseado no livro homônimo de Chico Buarque, que era estrelado pela então atriz estreante Cleo Pires.
"



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Ella Fitzgerald - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-Satin Doll
02-Imagine My Frustation
03-Duke's Place
04-Something To Live For
05-Let's Do It
06-Lover Man
07-Cotton Tail
08-How High The Moon
09-Mr_ Paganini
10-Everyone's Wrong But Me
(fonte: Jazz Folha)
"Ella Fitzgerald foi a mais popular e uma das melhores cantoras do jazz, ao lado de Billie Holiday e Sarah Vaughan. Apesar disso, não se considerava uma jazzista, pois a música popular tinha lugar cativo no seu repertório.
Com voz privilegiada, dicção clara, grande alcance vocal e espantosa habilidade para o scat singing (canto sem palavras), ela improvisava sobre temas dos Beatles, de Stevie Wonder e dos musicais da Broadway. Por isso, era chamada de "A primeira dama da canção".
Ella Jane Fitzgerald nasceu em Newport News, Virgínia, em 25 de abril de 1917. Seus pais se separaram, e ela foi para Nova York com a mãe, que morreu quando a menina tinha 15 anos, sendo adotada por uma tia.
Com apenas 17 anos, já cantava à frente da orquestra de Chick Webb, com a qual gravou uma versão imortal de "A-Tisket, A-Tasket". Aos 22, assumiu a direção da orquestra quando o líder morreu.
Começou a gravar como artista solo em 42. Aproximou-se do nascente bebop, gravando jóias como "How High the Moon" e "Lady Be Good". Em 56, seu sucesso impulsionou o recém-fundado selo Verve, que se tornaria um dos mais importantes do jazz. Essa foi uma de suas melhores fases, com a série de dez songbooks dedicados aos grandes compositores da música popular americana: Cole Porter, Rodgers & Hart, os irmãos Gershwin, Duke Ellington etc.
Desde essa época, ela gravou com Ellington, Louis Armstrong, Count Basie e outros nomes de primeira grandeza. A série de LPs com Armstrong também figura entre seus melhores trabalhos. Nos anos 70, sua voz começou a declinar devido ao diabetes. Em 86, ele teve que operar as coronárias e, em 93, suas pernas foram amputadas por causa da doença. Em 15 de junho de 96, a diva morreu em casa, em Beverly Hills, Califórnia.
"



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Martinho da Vila - Do Brasil e do Mundo


(brazilian music - samba)


faixas:

01.Martinho Da Vila - Vou Viajar
02.Martinho Da Vila - O Amor da Gente
03.Martinho Da Vila - Ó, Que Banzo, Preta
04.Martinho Da Vila - Te Encontro No Illê
05.Martinho Da Vila - Nos Amamos
06.Martinho Da Vila - Madeleine, I Love You (Madalena do Jacu)
07.Martinho Da Vila - Copacapana
08.Martinho Da Vila - Nossos Contrastes
09.Martinho Da Vila - Dé uma Chance ao Amor
10.Martinho Da Vila - Calumba
11.Martinho Da Vila - Marcha de Sao Vicente
12.Martinho Da Vila - De Volta ao Chantecler Perseguidor Violaçao
13.Martinho Da Vila - Por Ti America
14.Martinho Da Vila - Glórias Gaúchas Candongueiro

(fonte: wikipédia)
"Filho de lavradores da Fazenda do Cedro Grande, veio para o Rio de Janeiro com apenas quatro anos. Quando se tornou conhecido, voltou a Duas Barras para ser homenageado pela prefeitura em uma festa, e descobriu que a fazenda onde havia nascido estava à venda. Não hesitou em comprá-la e hoje é o lugar que chama de “meu off-Rio”. Cidadão carioca criado na Serra dos Pretos-Forros, a primeira profissão foi como Auxiliar de Químico Industrial, função aprendida no curso intensivo do SENAI. Mais tarde, enquanto servia o exército como Sargento Burocrata, cursou a Escola de Instrução Especializada, tornando-se escrevente e contador, profissões que abandonou em 1970, quando deu baixa para se tornar cantor profissional.
A carreira artística surgiu para o grande público no III Festival da Record, em 1967, quando concorreu com a música “Menina Moça”. O sucesso veio no ano seguinte, na quarta edição do mesmo festival, lançando a canção “Casa de Bamba”, um dos “clássicos” de Martinho .
O primeiro álbum, lançado em 1969, intitulado Martinho da Vila, já demonstrava a extensão de seu talento como compositor e músico, incluindo, além de “Casa de Bamba”, obras-primas como “O Pequeno Burguês”, “Quem é Do Mar Não Enjoa” e “Prá Que Dinheiro” entre outras menos populares como “Brasil Mulato”, Amor Pra que Nasceu” e “Tom Maior”.
Logo tornou-se um dos mais respeitados artistas brasileiros além de um dos maiores vendedores de disco no Brasil, sendo o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o CD “Tá Delícia, Tá Gostoso” lançado em 1995. Destacam-se Zeca Pagodinho, Simone e Alcione como os maiores intérpretes.
Hoje, é impossível saber de cor todos os prêmios que ganhou. Toda essa história está no rico acervo em sua cidade natal, Duas Barras. Entre os títulos guardados com carinho estão os de Cidadão Carioca, Cidadão benemérito do estado do Rio de Janeiro , Comendador da República em grau de oficial e a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira. Na coleção de medalhas, guarda a Tiradentes, além da famosa Pedro Ernesto, e na carreira musical ganhou em 1991 o Prêmio Shell de Música Popular Brasileira.
Sua dedicação à escola de samba do coração, Unidos de Vila Isabel, iniciou em 1965. Antes, participava da extinta Aprendizes da Boca do Mato. A história da Unidos de Vila Isabel se confunde com a de Martinho. Desde essa época, assina vários sambas-enredo da escola.
Também envolvido nos enredos da escola, criou o “Kizomba A Festa da Raça” que está entre os mais memoráveis da história dos desfiles, e garantiu para a Vila, em 1988, seu consagrado título de campeã no Grupo Especial.
Embora internacionalmente conhecido como sambista, com várias composições gravadas no exterior, Martinho da Vila é um legítimo representante da MPB e compositor eclético, tendo trabalhado com o folclore e criado músicas dos mais variados ritmos brasileiros, tais como ciranda, frevo, côco, samba de roda, capoeira, bossa nova, calango, samba-enredo, toada e sembas africanos.
Seu espírito de pesquisador incansável, viaja desde o disco “O Canto das Lavadeiras”, baseado no folclore brasileiro, lançado em 1989, até o mais recente trabalho “Lusofonia” , lançado no início de 2000, reunindo músicas de todos os países de língua portuguesa.
Em setembro de 2000 concretizou, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, um de seus projetos mais cultuados: a apresentação do “Concerto Negro” . Idealizado por Martinho e pelo maestro Leonardo Bruno, o espetáculo enfoca a participação da cultura negra na música erudita.
Para cuidar de suas diversas atividades, criou o Grupo Empresarial ZFM abrindo as portas para sambistas com um selo musical e inaugurando sua própria editora, com seu primeiro romance “Joana e Joanes”.
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Horace Silver - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-Doodlin'
02-The Preacher
03-Faixa 3
04-Soulville
05-Sister Sadie
06-Song of My Father
07-The Cape Verdean Blues
08-The Jody Grind


(fonte: Jazz Folha)
"Ele foi o mais importante saxofonista surgido depois de Charlie Parker, desenvolvendo um novo modo de tocar que ampliou os horizontes do jazz. John Coltrane evoluiu do hard bop para o jazz modal e o free, incorporando estruturas da música indiana e imbuindo suas interpretações de forte carga emocional e mística. Suas "sheets of sounds" (sequências de notas tão rápidas e longas que davam a impressão "folhas" ou camadas de som) tornaram-se um desafio para os saxofonistas.
John William Coltrane nasceu em Hamlet, Carolina do Norte, em 23 de setembro de 1926. Tocou em grupos de rhythm & blues e depois com Dizzy Gillespie e Johnny Hodges. Atingiu a maturidade musical no lendário quinteto de Miles Davis nos anos 50, no qual permaneceu de 55 a 60, tendo participado do disco "Kind of Blue", marco do jazz modal. Nesse período também fez uma histórica colaboração com Thelonious Monk e lançou, em 59, "Giant Steps", sua primeira grande obra como líder, na qual já esboçava as "sheets of sounds".
Ao deixar Miles, formou o clássico quarteto que incluía McCoy Tyner (piano) e Elvin Jones (bateria). Ainda em 60, lançou "My Favorite Things", outra obra-prima. Suas experimentações atingiram a plenitude em "A Love Supreme", de 64, onde ele mergulhou na música indiana e no espiritualismo. "Ascension", de 65, marca sua adesão ao free jazz. Ele estava no auge da carreira quando, em 17 de julho de 67, morreu de infecção hepática em Huntington, Nova York.
"



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Jackson do Pandeiro - Millennium


(brazilian folk - northeast)
Nosso reconhecimento ao "Rei do Ritmo'.

faixas:

01 Chiclete Com Banana
02 Como Tem Zé Na Paraíba
03 Sebastina
04 Forró Do Zé Lagola
05 Cabeça Feita
06 São João Na Roça
07 Acendera a Fogueira
08 Mundo Cão
09 Bola de Pé Em Pé
10 Samba Do Ziriguidum
11 Samambaia Trepadeira
12 A Mulher Que Virou Homem
13 Jacaré Bebeu
14 Canoeiro Novo
15 Balançaram a Roseira
16 Al, Tertulina
17 Saia Rota
18 A Mulher Do Aníbal
19 Vampos Chegar Pra Lá
20 Na Base da Chinela

(fonte: wikipédia)
"Jackson do Pandeiro, também chamado de "O Rei do Ritmo", é o pseudônimo de José Gomes Filho, (Alagoa Grande, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, rojão, arrasta-pé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros.
É considerado o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira[carece de fontes?] e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, "Forró em Limoeiro", em 1953, até o último álbum, "Isso é que é Forró!", de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.
"



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Benny Goodman - Coleção Folha Clássicos do Jazz



Mister Big Band...

faixas:

01-All the Cats Join In
02-Sweet Lorraine
03-I Never Knew
04-Lazy River
05-Them There Eyes
06-No, Baby, No
07-Dizzy Fingers
08-Chicago
09-Bye Bye Pretty Baby
10-You Turned the Tables On Me
11-Stealin' Apples
12-There's a Small Hotel
13-Get Happy
14-You Brought a New Kind of Love To Me
15-Jumpin' at the Woodside
16-Sing, Sing, Sing
17-Alicia's Blues
18-Faixa 18

(fonte: Jazz Folha)
"Dos anos 30 ao começo dos 40, só se ouvia jazz nas rádios americanas; os jovens dançavam entusiasticamente ao som das big bands, em casas com capacidade para milhares de pessoas. A era do swing enlouquecia a América, e Benny Goodman era o "bandleader" mais popular.
Filho de imigrantes russos, ele foi um dos primeiros clarinetistas de jazz com formação clássica. Depois de passar por algumas big bands, formou a sua em 34. Ela logo se transformou em uma usina de hits: em duas décadas, teve 164 músicas nas paradas. "Sing, Sing, Sing", "Blue Skies", "King Porter Stomp", "Moonglow", "Sometimes I'm Happy" e "Bugle Call Rag" foram apenas algumas.
Em 35, ele deu uma guinada, iniciando uma carreira paralela à frente de pequenos grupos extraídos da orquestra: a princípio, um trio com o pianista Teddy Wilson e o baterista Gene Krupa; depois um quarteto e um sexteto. Vêm daí suas melhores gravações, como "Body and Soul" e "Soft Winds".
Em 50 foi lançada a gravação de um histórico concerto realizado em 38 no Carnegie Hall. Esse foi o LP mais vendido do jazz até então.
Mesmo o advento do rock n'roll, que jogou a pá de cal na era do swing (já enfraquecida pelo bebop) não impediu que ele continuasse com a big band, excursionando pelo mundo até o final dos anos 70. Em 13 de junho de 86, Goodman morreu de ataque cardíaco em Nova York.
"



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ROCK ANOS 80 - Back to New Wave - Vol. 1,2 e 3 - vários

(brazilian new wave)
São três CDs com intuito de lhe arrastar anos oitenta a dentro, transformando seu micro naquelas FMs que, a época, detonava um som "diferente", mais leve, colorido, de temática "descompromissada"... New Wave, enfim.... "minha pequena Eva, Evaaaaaaaaaaaaaa...." ... heheheh
ps - outro afanado do Stagger.


Back to New Wave - Vol. 1

faixas:

1. Eva / RÁDIO TAXI
2. Mamma Maria / GRAFITE
3. Garota de Berlim / TOKYO
4. Serão Extra / DR. SILVANA & CIA
5. Carta Aos Missionários / UNS E OUTROS
6. Eu Sou Free / SEMPRE LIVRE
7. Casanova / RITCHIE
8. Beat Acelerado Ii / METRÔ
9. Gatinha Manhosa / LEO JAIME
10. Louras Geladas / RPM
11. Sem Pecado e sem Juízo / BABY DO BRASIL
12. Adelaide / INIMIGOS DO REI

Back to New Wave - Vol. 2


faixas:

1. Garota Dourada / RADIO TAXI
2. Humanos / TOKYO
3. Eh! Oh! / DR. SILVANA & CIA
4. A Vida Não Presta / LEO JAIME
5. Esse Seu Jeito Sexy de Ser / SEMPRE LIVRE
6. Menina Veneno / RITCHIE
7. Johnny Love / METRÔ
8. Conquistador Barato / LEO JAIME
9. Olhar 43 / RPM
10. Masculino e Feminino / PEPEU GOMES
11. Ti Ti Ti / METRÔ
12. Dentro Do Coração / RÁDIO TAXI BY DO BRASIL
12. Adelaide / INIMIGOS DO REI



Back to New Wave - Vol. 3

faixas:

1. Um Amor de Verão / RÁDIO TAXI
2. Taca a Mãe pra Ver se Quica / DR. SILVANA & CIA
3. A Vida Tem Dessas Coisas / RITCHIE
4. Fui Eu / SEMPRE LIVRE
5. Tudo Pode Mudar / METRÔ
6. Coisa Mais Gostosa / DR. SILVANA & CIA
7. Sônia / LEO JAIME
8. Revoluções por Minuto / RPM
9. Descendo o Rio Nilo / CAPITAL INICIAL
10. Como uma Onda / RICARDO GRAÇA MELLO
11. Só Delírio / TELEX
12. Uma Barata Chamada Kafka / INIMIGOS DO REI


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John Coltrane - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-My Favorite Things
02-Naima
03-Traneing In
04-Impressions
05-Mr PC


(fonte: Jazz Folha)
"Ele foi o mais importante saxofonista surgido depois de Charlie Parker, desenvolvendo um novo modo de tocar que ampliou os horizontes do jazz. John Coltrane evoluiu do hard bop para o jazz modal e o free, incorporando estruturas da música indiana e imbuindo suas interpretações de forte carga emocional e mística. Suas "sheets of sounds" (sequências de notas tão rápidas e longas que davam a impressão "folhas" ou camadas de som) tornaram-se um desafio para os saxofonistas.

John William Coltrane nasceu em Hamlet, Carolina do Norte, em 23 de setembro de 1926. Tocou em grupos de rhythm & blues e depois com Dizzy Gillespie e Johnny Hodges. Atingiu a maturidade musical no lendário quinteto de Miles Davis nos anos 50, no qual permaneceu de 55 a 60, tendo participado do disco "Kind of Blue", marco do jazz modal. Nesse período também fez uma histórica colaboração com Thelonious Monk e lançou, em 59, "Giant Steps", sua primeira grande obra como líder, na qual já esboçava as "sheets of sounds".

Ao deixar Miles, formou o clássico quarteto que incluía McCoy Tyner (piano) e Elvin Jones (bateria). Ainda em 60, lançou "My Favorite Things", outra obra-prima. Suas experimentações atingiram a plenitude em "A Love Supreme", de 64, onde ele mergulhou na música indiana e no espiritualismo. "Ascension", de 65, marca sua adesão ao free jazz. Ele estava no auge da carreira quando, em 17 de julho de 67, morreu de infecção hepática em Huntington, Nova York.
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Plebe Rude - Rock in Rio III


(brazilian punk rock?!?!?!?!?))
Do acervo pessoal do Stegger roubamos essa pérola da música alternativa (no começo era mesmo...) oitentista.

faixas:
01 - Brasilia
02 - Johnny Vai a Guerra
03 - Minha Renda
04 - A Ida
05 - Luzes
06 - Proteção
07 - Até Quando Esperar
08 - Sexo e Karatê


(fonte: wikipédia)
"Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana). O estilo da banda, repleto de críticas sociais e políticas, reflete toda a cultura punk da época, porém com uma preocupação maior nas composições e elaboração dos arranjos e melodias. Por estes fatores, é considerado uma mistura do punk rock com a influência post punk inglesa e sua invasão oitentista do new wave. A Plebe Rude e a Legião Urbana fizeram um show num festival de rock em Patos de Minas em 1981 e após as apresentações, acabaram sendo presos por causa de suas letras, Plebe Rude por uma música chamada "Voto em Branco" e Legião Urbana pela "Música Urbana 2", mas todos acabaram soltos após a polícia local ser informada por eles mesmos que eram de Brasília, temendo que fossem filhos de politicos.

O grupo dissolveu-se em meados dos anos 90, voltando a reunir-se em 2000 para gravar um álbum ao vivo, intitulado Enquanto a Trégua Não Vem. Em 2003, Gutje e Jander Bilaphra deixam a banda. Plebe Rude volta na forma definitiva com Clemente, que também integra a banda Inocentes, e Txotxa, que já havia integrado a banda Maskavo Roots. Em 2006, com esta nova formação, lançaram o álbum intitulado R ao contrário.
"



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Lila Downs - La Cantina



Uma das vozes mais belas e sensuais da atualidade mesclando o tradicional mexicano com elementos modernos em uma mistura quase mágica.

faixas:

01 cumbia del mole
02 el corrido de tacha _la teibolera
03 agua de rosas
04 tu recuerdo y yo
05 la cama de piedra
06 el relÔÇámpago
07 penas de minh alma
08 la tequilera
09 pa' todo el a-ºo
10 el centario
11 la noche de mi mal
12 arboles de la barranca
13 cumbia del mole (english version)
14 ya ya me moy
15 amarga navidad


(fonte: wikipédia)
"Lila Downs (19 de Setembro de 1968, Tlaxiaco, Oaxaca, México) é uma cantora mexicana. Interpreta composições de sua autoria bem como outras com origem no folclore de várias culturas mesoamericanas: mixteca, zapoteca, maia e nahua.
Filha de Allen Downs, um professor de arte e cinematógrafo de Minnesota, Estados Unidos de origem britânica e de Ana Sanchéz, de origem mixteca, Lila Downs cresceu no estado mexicano de Oaxaca e passou a sua adolescência nos Estados Unidos, no estado da Califórnia. Frequentou depois a Universidade de Minnesota onde completou os estudos em canto e antropologia.
Mais tarde regressa ao México, onde aprende a tecer. Algum tempo depois começa a cantar em clubes de Oaxaca e Filadélfia acompanhada pelo músico Paul Cohen, um saxofonista dos Estados Unidos, dando início a uma colaboração entre ambos em canções que lentamente evoluiriam até fazerem parte das gravações subsequentes de Lila. Acabariam por se envolver romanticamente.
Durante os últimos anos, Lila Downs e a sua banda têm efectuado numerosos concertos no México, América do Sul, Estados Unidos e Europa. Contribuiu para a banda sonora do filme Frida com vários temas entre os quais Burn it blue, que seria nomeada para o óscar para melhor canção e que Lila Downs interpretou na 75ª entrega dos óscares. Actualmente reside em Coyoacán, Cidade do México. Após uma primeira visita a Portugal em 2003 regressou em Julho de 2006 apresentando-se em Lisboa e Porto. Em 2007, Lila foi a Shangai onde participou da gravação do DVD da banda chinesa 12 Girls Band.
Participou no filme Fados, cantando Foi na travessa da palha
"



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Chick Corea - Coleção Folha Clássicos do Jazz


faixas:
01-Straight Up and Down
02-Tones for Joan's Bones
03-Matrix
04-My One and Only Love
05-Windows
06-Samba Yantra
07-Pannonica
08-Now He Sings, Now He Sobs
09-Toy Room
10-Blues Connotation
11-Nefertiti


(fonte: wikipédia)
"Armando Anthony "Chick" Corea (Chelsea, 12 de junho de 1941) é um pianista e tecladista de jazz norte-americano e um compositor bastante conhecido por seu trabalho na década de 1970 no gênero chamado jazz fusion, apesar de ter contribuições significativas para o jazz tradicional.
Participou da criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960, e, nos anos 1970, fez parte do grupo Return to Forever.
Continuou a buscar outros colaboradores e a explorar vários estilos e gêneros musicais nos anos 1980 e 1990. Entre os pianistas de jazz, Corea é considerado um dos mais influentes, desde Bill Evans (junto com Herbie Hancock, McCoy Tyner e Keith Jarrett). Também é conhecido por ser um promotor da cientologia.
Descendente de italianos, seu pai Armando, um trompetista de jazz que liderava uma banda de Dixieland na região de Boston nos anos 30 e 40, apresentou o piano a Chick na idade de cinco anos. Crescendo com jazz ao seu redor, o jovem Chick foi influenciado pelos músicos de bebop Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Bud Powell, Horace Silver e Lester Young.
Uma influência importante foi o pianista concertista Salvatore Sullo do qual Chick tomou lições desde os 8 anos, o que o introduziu à música clássica, aumentando o seu interesse em composição.
Adquiriu experiência tocando nas bandas de Mongo Santamaria e Willie Bobo (1962-1963), Blue Mitchell (1964-1966), Herbie Mann e Stan Getz. Sua primeira gravação como líder foi em 1966, Tones for Joan's Bones, e seu álbum em trío de 1968 (com Miroslav Vitous e Roy Haynes) Now He Sings, Now He Sobs se considera um clássico.
Após um breve intervalo com Sarah Vaughan, Corea fez parte do grupo de Miles Davis, substituindo gradualmente Herbie Hancock, e permanecendo com Davis durante um período muito importante da banda (1968-1970), onde, persuadido por Davis, começou a tocar o piano elétrico, produzindo álbuns antológicos como Filles de Kilimanjaro, In a Silent Way, Bitches Brew, e Miles Davis at the Fillmore. Quando deixou Davis, Chick começou a tocar o jazz vanguardista do Circle], um quarteto com Anthony Braxton, Dave Holland, e Barry Altschul até o final de 71, quando modificou novamente seu estilo.
Chick obteve muito sucesso nos anos 70 com a formação Return to forever, à qual Al di Meola, Stanley Clarke, Lenny White, Gayle Moran, Flora Purim pertenceram, entre outros. Nessa época, Corea usava, além do piano, um Fender Rhodes e diversos sintetizadores, principalmente um Mini-Moog.
Durante os anos seguintes, se aprofundou no piano acústico, aparecendo em uma grande variedade de contextos; turnês em duo com Gary Burton e Herbie Hancock, um quarteto com Michael Brecker, trios com Miroslav Vitous e Roy Haynes, tributos a Thelonious Monk, e algo de música clásica.
Em 1985, Chick Corea formou um novo grupo, The Elektric Band, integrada pelo baixista John Patitucci, o guitarrista Frank Gambale, o saxofonista Eric Marienthal, e o baterísta Dave Weckl. Para equilibrar sua música, anos mais tarde formou seu Akoustic Trio con Patitucci y Weckl. Corea liderou ainda outras grandes formações (incluindo un quarteto com Patitucci e Bob Berg). Durante 1996-1997, Corea fez parte de um quinteto (que incluía Kenny Garrett e Wallace Roney) tocando versões atualizadas de composições de Bud Powell e Thelonious Monk.
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Frejat- Intimidade Entre Estranhos


(brazilian pop rock)
Disco solo do Barão Vermelho Frejat. Confesso que esperava mais deste disco.

faixas:

01controle remoto
02 nada alem
03 tua laçada
04 eu nao quero brigar
05 intimidade entre estranhos
06 o céu nao acaba
07 dois lados
08 eu so queria entender
09 fragmento
10 farol
11 tudo de bom

(fonte: wikipédia)
"Roberto Frejat (Rio de Janeiro, 21 de maio de 1962) é um cantor, compositor e guitarrista brasileiro.É vocalista e um dos fundadores da banda Barão Vermelho. Foi também o principal parceiro de Cazuza em composições.
Sua mãe é de origem judaica e seu pai de origem árabe,gostava dos classicos como Janis Joplin e Ângela Rô Rô sempre interessando-se por MPB e Rock Brasileiro,na qual quando conheceu Cazuza ambos descobriram os mesmos "gostos" de generos musicais.
Em 1981, junto com Maurício Barros e Guto Goffi fundaram do grupo Barão Vermelho,onde mais tarde ingressariam Dé e Cazuza.No Barão Vermelho,ele formaria a dupla de compositores Frejat/Cazuza,que ali só tocava covers viria a formar suas proprias canções e um repertorio proprio.O Primeiro Lp,"Barão Vermelho" gravado em dois dias não teve muitas vendagens,mas influenciaria a banda a Lançar o segundo album, "Barão Vermelho 2",vindo logo depois "Maior Abandonado" onde implacaria o Hit "Bete Balanço" tema do filme "Bete Balanço".Logo depois vindo a apresentação no Rock In Rio em 1985.No mesmo ano Cazuza deixaria a banda para dedicar-se a carreira solo,então Frejat assumiria os vocais~ da banda,e continuando a parceria com Cazuza.Nestes 20 anos de carreira e 13 álbuns, Frejat compôs músicas de grande sucesso na história do rock brasileiro, dentre as quais: "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Eu Queria Ter Uma Bomba","Pedra, Flor e Espinho", "O Poeta Está Vivo", "Pense e Dance" e "Por você".Ao longo dos anos, a banda teve uma constante renovação, que atraiu novos fãs. Seus shows atraiam um público numeroso, e as vendas de alguns discos atingiram marcas bem altas. A liderança de Frejat sempre foi considerada essencial no sucesso da banda, e sempre esteve envolvido em cada novo lançamento, passando da composição até a produção e pós-produção dos CDs.
"



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Chet Baker - Coleção Folha Clássicos do Jazz



Um dos músicos de jazz de minha preferência, o Chet ja me embalou em terriveis noites de nostalgia.

faixas:

01-Bockhanal
02-That Old Feeling
03-Dot's Groovy
04-The Route
05-I Get Along Without You Very Well
06-Russ Job
07-But Not For Me
08-Picture Of Heath
09-I Fall In Love Too Easily
10-Lucius Lu
11-Halema

(fonte: wikipédia)
""Chet Baker (Chesney Henry Baker Jr.) (Yale, Oklahoma, 23 de Dezembro de 1929 – Amsterdã, 13 de maio, 1988) foi um trompetista de jazz norte-americano.
Criado até os dez anos numa fazenda de Oklahoma, parte para Los Angeles no final dos anos 30, quando começa a estudar teoria musical. Chet Baker sempre foi influenciado por seu pai, guitarrista, de quem herdou a paixão pela música e de quem ganhou, aos 10 anos de idade, um trombone. Amante do Jazz, não tardou em conquistar o sucesso, sendo apontado como um dos melhores trompetistas do gênero logo em seu primeiro disco.
Ainda bem jovem, passou a integrar o grupo de renome da música americana da época. Seus primeiros trabalhos foram com a Vido Musso's Band e com Stan Getz, porém Chet só conheceu o sucesso depois do convite de Charlie Parker (Bird) em 1951 para uma série de apresentações na costa ocidental. Em 1952 entrou para a banda de Gerry Mulligan, alcançando grande notoriedade com a primeira versão de "My Funny Valentine". Entretanto, em razão dos problemas de Gerry com as drogas, o quarteto não teve vida longa, sustentando-se por menos de um ano.
O talento de Chet logo o transformaria num ídolo. Apresentou-se por toda América e Europa. Especialistas dividem a vasta obra do músico em duas fases: a cool, do início da sua carreira, mais ligada ao virtuosismo jazzístico e a segunda parte, a partir de 1957, quando a sensibilidade na interpretação torna-se ainda mais evidente.
Avesso às partituras, não deixou, entretanto, de integrar as grandes bands americanas. Baker era dotado de extrema criatividade, inaugurando um modo de cantar no qual a voz era quase sussurrada. Chet teria exercido grande influência em músicos brasileiros, como João Gilberto e Carlos Lyra, alguns dos grandes nomes da Bossa Nova. Esta versão é, contudo, bastante controvertida. Sizão Machado, numa visão chauvinista, chegou a dizer, certa feita, que a Bossa Nova é que teria influenciado os músicos americanos, e não o contrário.
Para tocar as músicas pedia apenas o tom. Econômico nas notas (ao contrário de outros trompetistas que preferiam o virtuosismo, como Dizzy Gillespie), Chet improvisava com sentimento. Certo dia, deram-lhe o tom errado de uma música de propósito, e mesmo assim Chet Baker conseguiu encontrar um caminho harmônico. Valorizava as frases melódicas com notas longas e encorpadas, o que acabou lhe valendo o rótulo de cool
No começo dos anos 60, Chet realizou diversas experiências com o flugelhorn, instrumento de timbre macio e aveludado.
No entanto, sua gloriosa trajetória na música não lhe rendeu uma vida segura, afastada de problemas. Por causa de seus envolvimentos com as drogas, especialmente com a heroína (durante suas crises de abstinência, que eram monitoradas por médicos, usava metadona), Chet foi preso muitas vezes. Conta-se que chegou a ser espancado por não ter pago uma dívida contraída com a compra de drogas. Este episódio teria lhe rendido a perda de vários dentes.
Para alguns especialistas, as falhas em sua arcada dentária teriam contribuído para uma inevitável piora de sua performance. Contudo, para outros, contraditoriamente, tal fato teria obrigado o músico a se enveredar por outras vertentes e nuances do instrumento, alcançando, deste modo, sonoridades ímpares e inconfundíveis.
Em 1985, Chet Baker esteve no Brasil para duas apresentações na primeira edição do Free Jazz Festival. A banda era formada pelo pianista brasileiro Rique Pantoja (com quem Chet já havia gravado um disco no início dos anos 80 - Chet Baker & The Boto Brasilian Quartet), pelo baixista Sizão Machado, pelo baterista americano Bob Wyatt e pelo flautista Nicola Stilo. A primeira apresentação, no Hotel Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, foi considerada decepcionante, mas a apresentação em São Paulo, tida como um sucesso, quase entra para a história do Jazz pela porta dos fundos: depois do espetáculo, já em seu quarto, no Maksoud Plaza, Chet surrupiou a maleta do médico que o acompanhava e tomou doses cavalares das drogas que lhe estavam sendo administradas para controlar as crises de abstinência. Chet teve uma overdose e quase morreu.
Neste mesmo ano, iniciou com Rique Pantoja, em Roma, as gravações de Rique Pantoja & Chet Baker (WEA, Musiquim), que terminariam em São Paulo, no ano de 1987. O LP foi um sucesso de crítica.
Em maio de 1983, durante uma de suas inúmeras viagens à Holanda, produziu gravações com o pianista Michael Graillier e com o baixista italiano Ricardo Del Fra, parceiro do baterista brasileiro Afonso Vieira.
Baker morreria em Amsterdã, de forma trágica e misteriosa, na madrugada de 13 de Maio de 1988, quando despencou da janela do hotel. Até hoje resistem muitas controvérsias sobre a causa de sua partida: suicídio ou acidente?
Chet foi enterrado no "Inglewood Park Cemetery", em Los Angeles."




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The Celtic Tenors




faixas:

01.Caledonia
02.Spanish LadyMarie's Wedding
03.Danny Boy
04.Summer of My Dreams
05.Fare thee well, love
06.The Quiet Land of Erin
07.Bheir Mi o
08.In the Gloaming
09.Ireland's Call
10.The Last Rose of Summer
11.Will ye go, lassie, go
12.Remember MeRecuerdame



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Miles Davis - Coleção Folha Clássicos do Jazz



Ouvir "Autumn Leaves" é... tem palavras não...

faixas:

01-Move
02-Godchild
03-Budo
04-Dear Old Stockholm
05-Donna
06-Yesterdays
07-Tempus Fugit
08-Enigma
09-C_T_A_
10-Well You Needn't
11-It Never Entered My Mind
12-Weirdo
13-Somethin' Else
14-Autumn Leaves

(fonte: wikipédia)
"Miles Dewey Davis Jr (Alton, Illinois, 26 de Maio de 1926 - Santa Monica, Califórnia, 28 de Setembro de 1991) foi um trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano.
Considerado um dos mais influentes músicos do século XX, Davis esteve na vanguarda de quase todos os desenvolvimentos do jazz desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 1990. Ele participou de várias gravações do bebop e das primeiras gravações do cool jazz. Foi parte do desenvolvimento do jazz modal, e também do jazz fusion que originou-se do trabalho dele com outros músicos no final da década de 60 e no começo da década de 1970.
Miles Davis pertenceu a uma classe tradicional de trompetistas de jazz, que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge e Dizzy Gillespie. Ao contrário desses músicos ele nunca foi considerado com um alto nível de habilidade técnica. Seu grande êxito como músico, entretanto, foi ir mais além do que ser influente e distinto em seu instrumento, e moldar estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos seus trabalhos. Muitos dos mais importantes músicos de jazz fizeram seu nome na segunda metade do século XX nos grupos de Miles Davis, incluindo: Joe Zawinul, Chick Corea e Herbie Hancock, os saxofonistas John Coltrane, Wayne Shorter, George Coleman e Kenny Garrett, o baterista Tony Williams e o guitarrista John McLaughlin.
Como trompetista Davis tinha um som puro e claro, mas também uma incomum liberdade de articulação e altura. Ele ficou conhecido por ter um registro baixo e minimalista de tocar, mas também era capaz de conseguir alta complexidade e técnica com seu trompete.
Em 13 de Março de 2006, Davis foi postumamente incluído no Rock and Roll Hall of Fame. Ele foi também incluído no St. Louis Walk of Fame, Big Band and Jazz Hall of Fame, e no Down Beat's Jazz Hall of Fame."



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Pink Floyd - Welcome to the Machine - Live in New York (1977)



faixas:

01 - Shine On You Crazy Diamond (Part 1-5)
02 - Welcome To The Machine
03 - Have A Cigar
04 - Wish You Were Here
05 - Shine On You Crazy Diamond (Part 6-9)

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Kuartz - Caminho Sem Destino (2004)



(brazilian pop rock)
Banda de Abelardo Luz, interior de Santa Catarina, o Kuartz faz um som de excelente qualidade com forte influencia do Engenheiros do Hawaii. Seu band leader (vocal e guitarras) , o Paulo Frosi, realiza um trabalho magistral a partir de arranjos bem elaborados. Vem um bônus legal nesse pacote (no disco original ele não está lá). Uma cover do Rush , o Kuartz fazendo "Tom Sawyer". Muito legal esse trabalho alternativo.

faixas:

01 - Apenas ha Saudade
02 - Aqui jaz um Homem
03 - Caminho sem Destino
04 - Coracao em Vao
05 - Historia sem Fim
06 - Tempos de Gloria
07 - Kade a Inteligencia
08 - Sangue, Suor e Lagrimas
09 - Moral Imoral
10 - Harmonia Imposta
Tom Sawyer (bônus)



(fonte: site da banda)

" Falar da Banda Kuartz é falar de música. Simplesmente falar de música. Entende-se por música um conjunto de sons que combinam ou que não são dissonantes e que provocam bem estar em quem os ouve.
Ouvir o som da Banda Kuartz é poder dizer que se ama a musicalidade, quer pelo ritmo, quer pela harmonia. Do bom importado até o esmero do bem brasileiro, é a vibração do Pop Rock que atrai a moleza do Funk, Jazz e levadas tradicionais, chamando para o molejo da canção romântica.
A amizade de quatro garotos que queriam tocar e cantar a música que todos gostam, pois a música faz parte de suas vidas. E como tudo que é bom cresce no seu tempo, assim a Kuartz cresce no aprendizado, na técnica e nas canções que brotam de sua dedicação. O primeiro CD – Caminho sem destino foi brotado da alma de quem vê o infinito à frente de seus dias e não teme os desafios. Romântico moderno foi a escolha primeira e hoje seu repertório oferece uma diversidade, um pouco para cada gosto. "


Art Blakey & the Jazz Messengers - Coleção Folha Clássicos do Jazz



faixas:

01-Moanin'
02-Blues March
03-Lester Left Town
04-A Night in Tunisia
05-Dat Dere
06-Mosaic
07-Free for All

(fonte: wikipédia)
"Arthur (Art) Blakey (Pittsburgh, Pensilvânia 11 de Outubro de 1919 – 16 de Outubro de 1990). Também conhecido como Abdullah Ibn Buhaina, foi um baterista e líder de banda americano. Junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do estilo bebop na bateria. É conhecido como um músico enérgico."


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Songs of The Siren - Irresistible Voices (vários)



Sereias... um disco bem nomeado. Coletânea feminina que nos presenteia com interpretações hipnóticas de nomes como Lila Downs, Ana Moura, Sixie e nossa Bebel Gilberto. Ouça, mergulhe e se perca pra não mais voltar.... heheheh (porra... essa foi foda...HORRIVEL)

faixas:

01-Feist - the water
02-El Perro del Mar - god knows (i gotta give to get)
03-Lila Downs - la cumbia del mole
04-Alice Russell - mean to me
05-Bebel Gilberto - river song
06-Carla Bruni - quelquun ma dit
07-Marta Topferova - canto del otono
08-Keren Ann l- ay your head down
09-Juana Molina - rio seco
10-Ayo - and its supposed to be love
11-Corinne Bailey - rae like a star
12-Bebe siempre me quedara
13-Sixse - sometimes
14-Ana Moura - fado de pessoa
15-Maria de Barros - amor luz
16-Sia- breathe me





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Al di Meola - Coleção Folha Clássicos do Jazz



O Homem das Cordas Mágicas....

faixas:

01-July
02-Traces
03-Maraba
04-Song To The Pharoah Kings
05-Estude
06-Rhapsody Of Fire
07-Coral
08-Beijing Demons
09-Ballad



(fonte: wikipédia)
"Al Di Meola (Nova Jérsei, 22 de Julho de 1954) é um guitarrista dos Estados Unidos da América.
Nascido em Nova Jérsei, em 1971, ingressou no Berklee College of Music em Boston, Massachusetts. Em 1974 juntou-se à banda de Chick Corea, Return to Forever, com a qual tocou até à sua dissolução em 1976.
Meola dedicou-se à exploração de uma grande variedade de estilos, notando-se sobretudo os seus trabalhos de fusão influenciados pela música latina. Por quatro vezes foi considerado o melhor guitarrista pela revista Guitar Player Magazine
A somar à sua profícua carreira a solo, envolveu-se em diversas colaborações, donde se destacam, Stanley Clarke, Jean-Luc Ponty, John McLaughlin e Paco de Lucía"



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Subgrave - Rotatividade



(brazilian alternative progressive rock)
Nossa contribuição à música alternativa o "Rotatividade" é o terceiro Cd desta banda FANTÁSTICA. O trabalho da guitarra do Ozzyvando é um primor. Olha o espaço dos caras no link http://www.myspace.com/subgrave
O mesmo profissionalismo no disco. Mais que vale o download.


faixas:

01-A Próxima Página
02-Portas Fechadas
03-Faz Sentido
04-A Verdade
05-Outra Canção
06-Rotatividade
07-Chuva Ácida
08-Agora
09-Fire
10-Decisões

(fonte: SITE DA BANDA)
"SUBGRAVE é uma banda do Rio Grande do Norte, estado situado ao nordeste do Brasil, e faz um som estilo alternativo com pitadas de metal progressivo e influências do gênero.
Formada no ano de 1995 por uma turma de amigos, a intenção inicial era apenas servir de diversão para os finais de semana, mas com o tempo a coisa foi tomando novos rumos e o grupo decidiu amadurecer a idéia. A formação inicial contava com 5 integrantes: OZZYVANDO(Vocal), GOIABA (Contrabaixo), THEONADG (Teclado), BOCA (Guitarra) e RUDRIGO (Bateria).
Em 1996, BOCA (Guitarra) vai morar em outra cidade e deixa o tão sonhado grupo, abandonando assim o posto de guitarrista. A banda sofre sua primeira parada, mas não se dá por encerrada. 4 meses após, retorna com OZZYVANDO (Vocal) na guitarra; ganhando nova estrutura e uma sonoridade diferente. Depois de vários shows e participações em eventos na região, a banda torna-se mais competente e em fevereiro de 1997 sai a primeira demo tape, gravada em estúdio caseiro, mas buscando a melhor qualidade possível.
O mês de outubro de 1998 não foi um dos melhores, THEONADG (Teclado) deixa os mundo das teclas e parte para outra profissão, sua saída e outros problemas pessoais do guitarrista provocam a segunda parada da banda e dias após o declarado fim da mesma. Os amigos e integrantes da SUBGRAVE tomam rumos diferentes.
Dois anos depois, em janeiro de 2001 a turma encontra-se numa mesa de bar e após um longo bate-papo, dopados de muita cerveja e motivação decidem retomar novamente às atividades. SUBGRAVE volta com OZZYVANDO (Vocal/Guitarra), GOIABA (Baixo) e RUDRIGO (Bateria). O Power trio investe em covers e divulga o trabalho pela sua cidade, onde antes a banda era desconhecida. A qualidade profissional e sonora dos integrantes mostra-se em alta e os mesmos se empenham em composições arrojadas e atraentes, ganhando um grande número de admiradores e novos adeptos ao estilo rock. E haja trabalho!!
Em junho de 2002, com 3 composições próprias, mais uma vez param os ensaios, o contrabaixista GOIABA decide sair por motivos de desinteresse. No dia 10 de julho se integra à banda um novo baixista. BRUNOX é seu nome, mas após alguns dias o mesmo pede saída da banda, para cuidar de rotinas pessoais. Então entra EVARISTO JR. para apimentar o trio. O novo integrante, junto com o restante da turma, encara o estúdio para gravar o primeiro cd em 2005 intitulado AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA. Em 2007 a banda grava ROTATIVIDADE, segundo trabalho e a despedida de Evaristo no baixo.
A Subgrave tem quase 14 anos de estrada e várias formações. Atualmente se encontra: Ozzyvando (Vocal/Guitar), Aldênnyson (Bass/Vocal), Rudrigo (Drums).
Com dois CDs lançados e centenas de shows no circuito underground, a banda prepara-se para lançar seu terceiro trabalho, prometendo mais peso e composições atraentes, sempre se firmando e ganhando cada vez mais fãs com seu estilo e contágio.
Ao vivo, a boa energia da banda interage de igual pra igual com o público.
"


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Thelonius Monk - Coleção Folha Clássicos do Jazz



Começamos a postar a coleção Folha Clássicos do Jazz. Nos dias seguites os outros volumes.

faixas:

01-Thelonious
02-Ruby My Dear
03-Well You Needn't
04-In Walked Bud
05-Round Midnght
06-Evidense
07-Misterioso
08-Epistrophy
09-I Mean You
10-Criss Cross
11-AskMe Now
12-Straight No Chaser
13-Let'sCool One


(fonte: wikipédia)
"Thelonious Sphere Monk (Rocky Mount, 10 de outubro de 1917 — Weehawken, Nova Jérsei, 17 de fevereiro de 1982) foi um pianista e compositor de jazz estadunidense.
Considerado um dos mais importantes músicos do Jazz, Monk tinha um estilo único de improvisação e compôs vários temas que hoje são considerados standards, como "Epistrophy", "'Round Midnight", "Blue Monk", "Straight No Chaser" e "Well, You Needn't". Apesar de ser lembrado como um dos fundadores do bebop, seu estilo, com o passar do tempo, evoluiu para algo único, próprio: composições com harmonias dissonantes e guinadas melódicas combinadas a linhas de percussão desenvolvidas com abruptos ataques ao piano e uso de silêncios e hesitações.
Infância e adolescência

Filho de Thelonious e Barbara Monk, Thelonious Sphere Monk nasceu no dia 10 de outubro de 1917, em Rocky Mount, Carolina do Norte, EUA. Sua irmã, Marian, nasceu dois anos antes. Um irmão, Thomas, nasceu alguns anos depois. Em 1922, sua família se mudou para Manhattan, Nova Iorque. Monk começou a tocar piano aos nove anos de idade. Apesar de ter tido aulas formais e ter espiado as lições de piano de sua irmã, Thelonious Monk era, essencialmente, um auto didata. Monk frequentou a prestigiosa Stuyvesant High School, mas não chegou a se formar. Fez apresentações de cunho religioso, com o órgão de uma igreja e, no fim de sua adolescência, começou a trabalhar com jazz.

Início da carreira musical

Acredita-se que Monk trabalhou em gravações de Jerry Newman feitas em 1941 à partir de apresentações no Minton's Playhouse, lendário club de Manhattan onde Monk trabalhava como pianista. O estilo de Monk era descrito como um "hard-swing" adicionado de frases rápidas ao estilo de Art Tatum. Monk dizia ser influenciado por Duke Ellington, James P. Johnson, e outros pianistas à frente de seu tempo. Sua técnica desenvolveu-se muito no Minton's, quando participava de competições que reuniam os grandes solistas de jazz da época. A cena musical desenvolvida no Minton's foi essencial para a criação do bebop e aproximou Monk de outros grandes nomes desse estilo, como Dizzy Gillespie, Charlie Christian, Kenny Clarke, Charlie Parker e, mais tarde, Miles Davis.

Primeiras gravações

Em 1944, fez sua primeira gravação de estúdio com o quarteto de Coleman Hawkins. Hawkins foi um dos primeiros músicos a confiar no talento de Monk, tendo Monk retribuído o "favor" anos depois ao convidar Hawkins para uma sessão em 1957 com John Coltrane. Suas primeiras gravações como bandleader saíram pela Blue Note em 1947 (mais tarde, essas gravações sairiam na antologia Genius of Modern Music, Vol. 1) e mostrariam sua capacidade de improvisação e composição de melodias. Nesse mesmo ano, Monk se casou com Nellie Smith e, dois anos depois, nasceu quem mais tarde tornar-se-ia conhecido como o baterista de jazz [[[T. S. Monk]].
Em agosto de 1951, a Polícia de Nova Iorque revistou um carro estacionado onde estavam Monk e seu amigo Bud Powell. Os policiais encontraram no carro narcóticos diversos pertencentes a Powell. Monk recusou-se a testemunhar contra seu amigo, o que levou a Polícia a confiscar seu New York City Cabaret Card, documento então necessário para trabalhar em casas noturnas, bares e cafés. Sem sua importantíssima licença, Monk estava impedido de trabalhar, o que abalou sua capacidade performática por alguns anos. Monk passou a maior parte dos anos 50 compondo, gravando e apresentando-se em teatros e sessões de jazz fora da cidade.
Após um período de sessões irregulares pela Blue Note entre 1947 e 1952, Monk assina contrato com a Prestige Records para os próximos dois anos. Pela Prestige lança trabalhos sem reconhecimento, mas muito importantes, incluindo sessões com o saxofonista Sonny Rollins e o baterista Art Blakey. Em 1953, nasce sua filha, Barbara Monk. Em 1954, Monk participou das sesões Christmas Eve, das retiraram-se os álbuns Bags' Groove e Miles Davis and the Modern Jazz Giants, ambos de Miles Davis. Davis achava que o estilo idiossincrático de acompanhamento de Monk dificultava improvisos e lhe pediu para sair do trabalho. Isto quase os levou às vias de fato. Em sua autobiografia, entretanto, Davis diz que a raiva e atensão entre ele e Monk nunca foram coisas sérias e não passam de "boatos" e "maus-entendidos".
Ainda em 1954, Monk fez sua primeira viagem à Europa, apresentando-se e gravando em Paris. Em Paris, conheceu a baronesa Pannonica de Koenigswarter, membro da tradicional família inglesa de Rothschild e patrocinadora de vários jazzistas nova-iorquinos. Ela seria uma amiga muito próxima pelo resto da vida de Monk.

Contrato com a Riverside Records

Durante o período da assinatura do contrato com a Riverside, Monk era bem-visto pela crítica e por outros músicos, mas suas vendas não eram boas e sua música era considerada "difícil" para o público-massa. De fato, a Riverside comprou, com aprovação de Monk, seu contrato Prestige por meros US$ 108,24. A virada veio de um compromisso firmado entre Monk e a empresa, no qual ficou acertado que seriam gravados dois álbums de standards do jazz (ainda assim, com a interpretação de Monk).

Monk e as obras de Ellington

Sua estréia pela Riverside foi uma "temida" gravação com o inovador baixista Oscar Pettiford e construída em volta de versões de Monk para músicas de Duke Ellington. O LP resultante, Thelonious Monk Plays Duke Ellington, foi preparado para levar Monk a um público maior e, assim, pavimentar o caminho para a aceitação de seu estilo único. De acordo com o produtor Orrin Keepnews, Monk não se sentia confortável com as melodias de Ellington e gastou muito tempo lendo a partitura e tocando as melodias em diferentes escalas no piano, parecia que não conhecia a música de Ellington. Dada a grande história de Monk como instrumentista, imaginou-se então que a aparente ignorância do material era, na verdade, seu típico humor perverso combinado a uma não-declarada relutância em provar sua competência tocando músicas de outros compositores (ainda aí, alguns duvidavam da competência técnica de Monk, dizendo que ele "não consegia tocar").

Liberdade musical e auge de carreira

Finalmente, no álbum de 1956 Brilliant Corners, Monk foi autorizado a fazer sua música em sua totalidade. A complexa música-título (que trazia o lendário saxofonista tenor Sonny Rollins) foi tão difícil de executar que a versão final foi feita à partir de três takes diferentes. O álbum, entretanto, é lembrado como o primeiro sucesso de Monk e também sua obra-prima.

Depois de recuperar seu Cabaret Card, Monk relançou sua carreira em Nova Iorque marcando presença durante seis meses no Five Spot Café, em Nova Iorque. Essas apresentações históricas começaram em junho de 1957, com Monk liderando um quarteto formado por John Coltrane no sax tenor, Wilbur Ware no baixo e Shadow Wilson na bateria. Infelizmente, quase nada da música deste grupo foi documentada, aparentemente por razões burocráticas (Coltrane tinha contrato com a Prestige Records). Uma sessão de estúdio foi feita pela Riverside, mas sendo lançada somente depois pela Jazzland; uma fita amadora de uma apresentação foi descoberta nos anos 90 e lançada pela Blue Note. Em 29 de novembro daquele ano, o quarteto apresentou-se no Carnegie Hall e o show foi gravado em hi-fi pela Voz da América. A fita do concerto, dada como perdida, foi redescoberta na coleção da Biblioteca do Congresso em janeiro de 2005. Em 1958, Johnny Griffin tomou o lugar de Coltrane como saxofonista tenor na banda de Monk.

Fama, queda e morte

Monk agora assinava com a Columbia Records, uma major, e teve uma grande presença na mídia, muito maior que antes. Monk, agora um jazz-star, tinha um grupo fixo, que era formado pelo saxofonista tenor Charlie Rouse, Larry Gales (baixo) e Ben Riley (bateria). Gravou um alguns de álbum muito bem-recebidos, em particular, Monk's Dream (1962) e Underground (1968). No fim de 1963, Monk apresentou-se no Lincoln Center. Fazia turnês pelo Japão e pela Europa. Seu sucesso era tamanho que. em 28 de fevereiro de 1964, Monk apareceu na capa da revista Time[1]. Seu período na Columbia depois disso seria marcado pela baixa produção. Somente seu último trabalho pela Columbia, Underground, continha um bom número de novas peças. Lançou pela Columbia Records vários discos ao vivo, todos eles somente com músicas antigas, nenhuma inédita. A Columbia, tendo em vista a baixa produão de Monk, não renovou seu contrato. Seu quarteto desfez-se e Monk desapareceu no meio dos anos '70, fazendo poquíssimas apresentações em sua última década de vida. Sua última gravação de estúdio foi feita perto do fim de sua turnê com "The Giants of Jazz", que incluia Dizzy Gillespie, Sonny Stitt, Art Blakey, Kai Winding e Al McKibbon.
Com sinais de depressão e péssimo estado de saúde, Monk, então, passou seus últimos seis anos de vida na casa de sua velha patrocinadora, a Baronesa Nica de Koenigswarter, que cuidara também de Charlie Parker durante sua última doença. Monk não tocou piano nesse período, apesar de haver um em seu quarto, e falou com pouquíssimas pessoas. Monk sofreu um AVC e morreu em 17 de fevereiro de 1982. Seu corpo foi enterrado no Ferncliff Cemetery, Hartsdale, Nova Iorque. Desde sua morte, sua música vem sendo descoberta por um público maior e é sempre posto ao lado de grandes nomes do jazz, como Miles Davis, John Coltrane e Bill Evans.
"



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Vangelis - Alexander (2004)


CRIANDO ÂNIMO PRA VOLTAT A POSTAR, vamos tentar começar por mais um do Vangelis.

faixas:

1. Introduction
2. Young Alexander
3. Titans
4. The Drums of Gaugamela
5. One Morning at Pella
6. Roxane's Dance
7. Eastern Path
8. Gardens of Delight
9. Roxane's Veil
10. Bagoas' Dance
11. The Charge
12. Preparation
13. Across the Mountains
14. Chant
15. Immortality
16. Dream of Babylon
17. Eternal Alexander
18. Tender Memories



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***** BLUES POPULAR BRASILEIRO ******

repostando novos links (com opção 4SHARED e MEDIAFIRE)

(brazilian blues, R&B, Rock'n'Roll, etc, etc, etc..)


Volume 1

faixas :

cd 1


01 O Trem das Sete [Mister Jack]
02 Dente de Ouro [Blues Etilicos]
03 Xaxado Blues [Mário Castro Neves and His Orchestra]
04 Sem Cena [Edvaldo Santana]
05 Delírio [Secos & Molhados]
06 My Way & Trouble (medley) [Raul Seixas]
07 Jacarepaguá Blues [Zé Ramalho]
08 Bongo Blues [Luizinho & Seus Dinamites]
09 Meu Pobre Blues [Zizi Possi]
10 Sol no Topo [Clube de Patifes]
11 Berimbau Blues [Dinho Nascimento]
12 Rio de Janeiro Blues [Mario Biondi & The High Five Quintet]
13 Último Blues [Gal Costa]
14 Lúdico Blues [Dênio de Paula & Léo Pereira]
15 Blues do Abandono [Barão Vermelho]
16 Vinte Anos Blues [Pedro Mariano]
17 O Crivo [Clara Ghimel]
18 Blues do Ano 2000 [Paulinho Moska]
19 Whisky e Blues [Bêbados Habilidosos]
20 Bem Me Quer [Denise Reis]


cd 2


01 De Trago em Trago [Sérgio Duarte & Entidade Joe]
02 Pindorama Blues [Joyce]
03 Super Boogie [Álvaro Assmar & Mojo Blues Band]
04 Por que [Sônia Santos]
05 Poeira nos Olhos [Nasi e Os Irmãos do Blues]
06 O Cheiro [Uns E Outros]
07 Indigo Blues [Llorca & Nicole Graham]
08 Blues do Pára-Choque [Rogério Skylab]
09 Agente 61 [Yellow Dog Blues Band]
10 Blues Brasil [Tubo de Ensaio]
11 Música Urbana 2 [Legião Urbana]
12 Sweet Baby Blues [Flora Purim]
13 Me Diga o que é o Amor [Celso Blues Boy]
14 Bossa Nova Blues [Bossa Nova Combo]
15 Blackjack [Ismael Carvalho]
16 Blues da Piedade [Sandra de Sá]
17 Blues da Passagem [Asdrúbal Trouxe o Trombone]
18 Blues Meu Amigo [Ave de Veludo]
19 Canção Azul [Lírio Magnus]
20 Epitáfio [A Bolha]
21 Cantei um Blues [Cida Moreyra]
22 Bem Entendido [Edy Star]
23 Thunder Shuffle [Fernando Noronha & Black Soul]





Volume 2


faixas:

CD 1

01 Trem Torto (excerto) [Wagner Tiso]
02 Podia Ser Pior [Blueseiros do Brasil]
03 O Blues É Azul [Walter Franco]
04 Segunda-Feira Blues II [Engenheiros do Hawaii]
05 Bar [Daminhão Experyénça]
06 Samsara Blues [Lobão]
07 Blues para o Brasil [Nuno Mindelis]
08 Cavaquinho Boogie [Garoto]
09 Meu Pobre Blues [Sérgio Sampaio]
10 Abre essas Pernas [Velhas Virgens]
11 Fim do Mundo [Ventania]
12 Negro Gato [Marisa Monte]
13 Vinte Anos Blues [Elis Regina]
14 Blues [Célia]
15 Bancarrota Blues [Chico Buarque]
16 Blues Afins [Jane Duboc]
17 Blues [14 Bis]
18 Messalina Blues [Madame Saatan]
19 Neguinho Blues [Banda Eva]
20 Boomerang Blues [Renato Russo]
21 Eddy Teddy Blues [Inocentes]
22 Blues da Neblina [Cida Lobo]

CD 1

01 Bossa Nova Blues [Milton Banana Trio]
02 Forró Blues [Blue Jeans & Genival Lacerda]
03 Lamento Blues [Ave de Veludo]
04 O Sol Também Me Levanta [Blues Etílicos]
05 Telefone Blues [Waldir Calmon & Seu Conjunto]
06 Transas de Amor [Marina Lima]
07 Tempos Constantes [A Bolha]
08 Viola in Blues [Pereira da Viola]
09 Lighthouse [André Cristovam]
10 Ser Triste Sozinho (Learnin' the Blues) [Cauby Peixoto]
11 H. D. Blues [Garotos da Rua]
12 Brasil 2000 [Zuco 103]
13 Blues Guitar [Victor Gaspar Trio]
14 Blues [Violeta de Outono]
15 Boomerang Blues [Zélia Duncan]
16 Copacabana Blues [Renata Arruda]
17 Jacarepaguá Blues [Alceu Valença]
18 O Hierofante [Secos & Molhados]
19 Será que Sou Eu [Paulinho Moska]
20 Vozes e Tons [Rosa Maria]
21 The Archaic Lonely Star Blues [Gal Costa]



Volume 3


faixas:


cd 1


01 O Maluco Sou Eu [Bebeco]
02 Bem-vinda ao meu Pesadelo [Camisa De Vênus]
03 Jornal Blues [Belchior]
04 Salto Mortal [Suburblues]
05 Todo Amor ao Jimi [Pepeu Gomes]
06 Ruas de São Miguel [Edvaldo Santana]
07 Miss Celie`s Blues [Renato Russo]
08 Blues do Satanás [Motorocker]
09 Bar Fly Blues [A Elétrika Tribo]
10 Blues do Piauí (versão curta) [Renato Piau]
11 Como Vovó Já Dizia [Baseado em Blues]
12 Minha Música [Adriana Calcanhoto]
13 Negro Gato [Denise Reis]
14 Bumerangue Blues [Barão Vermelho]
15 Song Song Blues [Agnaldo Rayol]
16 Sonny Moon for Two (Blues em Samba) [Rio 65 Trio]
17 Flores Horizontais [Elza Soares]
18 Balada de Robert Johnson [Flávio Guimarães]
19 364 Boogie [Robson Fernandes]

cd 2

01 Rio Comprido Blues [Lulu Santos]
02 Um Blues [Bruna Caram]
03 Panos e Planos [Big Gilson & Ricardo Werther]
04 Nega (Photograph Blues) [Gilberto Gil]
05 Destino América [Big Bat Blues Band]
06 Espumas ao Vento [Elza Soares]
07 O Último Blues [Cláudia Ohana]
08 My Babe [Big Allanbik]
09 Blues for Brazil [Roy Rogers]
10 Blues da Piedade [Cazuza]
11 Blues do Libertar [Itamar Brant & Lunáticos da Fuzarka]
12 Blues do Elevador [Zeca Baleiro]
13 Five for Elis [Elis Regina & Toots Thielemans]
14 Meu Pobre Blues & Como 2 e 2 [Oswaldo Montenegro]
15 Rãzinha Blues [Ceumar]
16 Out of the Blues [Celso Fonseca & Ronaldo Bastos]
17 Vinte Anos Blues [Ivan Lins]
18 Blues do Arranco [Ângela Rô Rô]
19 Eu Vou Estar com Você [Made In Brazil]
20 Se Deus Quiser (e o Diabo Deixar) [Nasi e Os Irmãos do Blues]
21 Aquarela do Brasil [Celso Blues Boy]



Volume 4

faixas:

CD 1

01 Ed´s Blues [Ed Motta]
02 Cruel, Cruel, Esquizofrenético Blues [Blitz]
03 Favela Blues [Marku Ribas]
04 Só as Mães São Felizes [Barão Vermelho]
05 Miss Celie's Blues [Jane Duboc]
06 Um Quarto para as Horas [Penélope]
07 Black Tie [Rosa Maria]
08 Canceriano sem Lar (Clínica Tobias Blues) [Raul Seixas]
09 Blues [Peso]
10 Blues pros Bicos [Ana Mazzotti]
11 Beijos, Blues e Poesia [Ksis]
12 A Volta do Boêmio [Bêbados Habilidosos]
13 Blues do Iniciante [Cássia Eller]
14 Jardins da Babilônia [Rita Lee]
15 Stormy Monday Blues [Jô Soares e o Sexteto]
16 Aboio Blues [Djavan]
17 Baader Mein of Blues [Legião Urbana]
18 Vinte Anos Blues [Flora Purim & Airto]
19 Bem que se Quis [Wilsom Sideral]
20 Blues [Caetano Veloso]


CD 2:

01 Seventh Son [Big Allanbik]
02 Moreirinha e Seus Suspiram Blues [Moreirinha e Seus Suspiram Blues]
03 Sob um Céu de Blues [Cascavelettes]
04 I.N.P.Blues [Kid Vinil e Os Heróis do Brasil]
05 The Stumble [André Cristovam]
06 Blues [Lírio de Vidro]
07 Agreste Blues [Ednardo]
08 Blues da Fumaça no Céu [Sylvia Patricia]
09 Blues na Penumbra [João Ricardo]
10 Bonobo Blues [Lulu Santos]
11 Do Palco ao Balcão [Clube de Patifes]
12 Meu Coração Está de Luto [Zeca Baleiro]
13 Fumando na Escuridão [Celso Blues Boy]
14 Cachaceiro [Velhas Virgens]
15 Mot Blues [Marcos Ottaviano]
16 Vida de Poeta [Sérgio Duarte & Entidade Joe]
17 Blues Dinamite [A Elétrika Tribo]
18 Estrela da Noite [Flávio Guimarães]





Volume 5



faixas:

CD 1
01 Blues Bossa Balanço [Os Morcegos]
02 Furacão [Blueseiros do Brasil]
03 Primavera nos Dentes [Secos & Molhados]
04 Tosquera Blues [Gaspo 'Harmônica' & Oly Jr.]
05 Vida Blues [Celso Blues Boy]
06 Tribute to Genius [Décio Caetano and Blues Band]
07 Problemas [Nasi e Os Irmãos do Blues]
08 O Crente e o Cachaceiro (Repente Blues) [Caju & Castanha]
09 Walking Away Blues [Nei Lisboa]
10 Canceriano sem Lar [Blues Etilicos]
11 Mal Menor [Arrigo Barnabé & Péricles Cavalcanti]
12 Blues para Emmett [Toquinho e Vinícius]
13 Não Lembre de Chorar [Miriam Szrajbman & Big Gilson]
14 Não Consigo nem mais Dormir [Big Bat Blues Band]
15 Blues do Estudante [Zé Geraldo & Edimilson Duarte]
16 Retrato em Branco e Preto [Ana Carolina]
17 Moonlight Over Astoria [Ismael Carvalho]
18 Xmas Blues [Som Imaginário]
19 Blues da Bailarina [Oswaldo Montenegro]
20 Blues da Piedade [Cássia Eller]

CD 2:

01 Mamão Blues [Brasil Papaya]
02 Blues na Madrugada [Made In Brazil]
03 Troca-toca [Clara Ghimel]
04 Televisão [Titãs]
05 O Nosso Blues [Charlie Brown jr.]
06 Um Blues [Tunai]
07 Luz [Daminhão Experyénça]
08 Tudo Blue [Baby Consuelo]
09 Blues do Iniciante [Barão Vermelho]
10 Bancarrota Blues [Nana Caymmi]
11 Chacal Blues [Evandro Mesquita]
12 Sinais de Fumaça [Mister Jack]
13 Blues Tupiniquim [Aline Fajardo & Trio Bluseiro]
14 Blues da despedida [Clara Becker]
15 Blues do Adeus [O Terço]
16 O Último Blues [Bêbados Habilidosos]









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Trepidants - Remember me


(brazilian rock 70's)
Disco raro, o Trepidants tinha sede em Recife e chegou a ser muito rodado em rádios da época. Cantando em inglês e seguindo a linha Pholhas, a banda tem umas baladas super agradáveis que se esparramam de um vocal pra la de competente. Um excelente trabalho dos caras que lançaram recentemente um DVD comemorativo.

faixas:

01. Remember-me
02. To be or not to be
03. Doubts
04. Evertime
05. Fall in love
06. Someday I´ll really fly
07. All love
08. A Good reason
09. My Flaming love
10. Song for nubia
11. Looking forward
12. Dead past

(fonte: wikipédia)
"Banda Musical formada em 10 de Setembro de 1970 na cidade de Recife - Pernambuco. Gravou seu primeiro disco compacto em 1976. Seu maior e mais conhecido sucesso musical foi a canção "Amor natural", tema da novela "Mania de Querer", da extinta rede Manchete. Esta música foi também gravada pelo cantor Zezé di Camargo. A banda ainda atua em Pernambuco, porém já apresenta uma formação nova de cantores. Formação inicial: Vicente, Ronald, Nenel, Glaucio, Eraldo, Paulo e Geraldo."


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Quinteto Violado - Pilogamia do Baiao


(brazilian folk)
Mais um desse grupo responsável pelas melhores releituras da musicalidade nordestina.

faixas:

01 Numa Sala de Rebôco
02 Um Sonho
03 Catirina
04 Uai! Uai!
05 Do Pilar
06 Kalú
07 Martelo Agalopado
08 Gíria do Nordeste
09 Do Velho para o Novo
10 Paluchiado da Cachaça





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Orquestra del Tango de la Cuidad de Buenos Aires -



Esse post e o anterior dedico a determinada "milonguera", amiga do coração e uma apaixonada pelo estilo. Amata, esses dois discos pra vc aquecer em casa antes das aulas de tango....

faixas:

01. Libertango
02. Ojos Negros
03. Selección de J. De Caro
04. Azabache
05. Payadora
06. Danzarin
07. Melancolico
08. Loco De Contento
09. Nocturna
10. El Dia Que Me Quieras
11. La Yumba
12. Don Juan
13. Oblivion
14. La Cumparsita
15. Taconeando


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Esteban Morgado Tango Cuarteto - Milongueros



Desça e sinta-se em um cabaret, em plena Buenos Aires...

faixas:

01 - Milonga de la Puteada
02 - Milongueros
03 - Oblivion
04 - La Trampera
05 - Cada vez que respiras
06 - Cinema Paradiso versión 2007
07 - Tanguito del Sur
08 - Futbolera
09 - El Esquinazo
10 - Tango del último amor
11 - Agarrate Catalina!
12 - Qué importa eso ahora!!!
13 - Milonga de a tres
14 - Queen Tanguera
15 - Morena
16 - Milonga de la anunciación

(fonte: wikipédia)
" tango é um estilo musical e uma dança a par. Tem forma musical binária e compasso de dois por quatro. A coreografia é complexa e as habilidades dos bailarinos são celebradas pelos aficionados. Segundo Discépolo, "o tango é um pensamento triste que se pode dançar". Sua origem encontra-se na área do Rio da Prata, na América do Sul, nas cidade de Buenos Aires e Montevidéu.

Origem da música

A música do tango não tem uma origem muito clara. De acordo com estudos que não dispõem de numerosa documentação, o tango descenderia da habanera e se interpretava nos prostíbulos de Buenos Aires e Montevidéu, nas duas últimas décadas do século XIX, com violino, flauta e guitarra (violão). O escritor e polemista argentino Jorge Luis Borges afirmou que por suas características o tango só poderia ter nascido em Montevidéu ou Buenos Aires. O bandoneón, que atualmente caracteriza o tango, chegou à região do Rio da Prata por volta do ano 1900, nas maletas de imigrantes alemães. Não existem muitas partituras da época, pois os músicos de tango não sabiam escrever a música e provavelmente interpretavam sobre a base de melodias já existentes, tanto de habaneras como de polcas. E também ele desperta os olhares de públicos de todas as idades,pela a ginga e a malícia dos dançarinos.

Época de ouro

O tango argentino,ou rio-platense,começou a ultrapassar fronteiras já no início do século XX,quando marinheiros franceses levaram ao seu país natal o tango do uruguaio Enrique Saborido La morocha,isso por volta de 1907;Aliás Paris se apaixonou pelo tango ,uma dança exótica e sensual para os parisienses,que levou muitos artistas argentinos e uruguaios viajassem e até se radicassem na capital francesa. Os pesquisadores do gênero identificam duas fases de ouro do tango,a primeira nos anos 20,quando várias figuras do ambiente artístico de Buenos Aires e Montevidéu,inclusive muitos literatos como José Gonzalez Castillo e Fernán Silva Valdez canalizassem seus esforços no fomento da música popular rio-platense,e em especial do tango.Nos anos 20,cantores como Carlos Gardel,Ignacio Corsini e Agustín Magaldi, e cantoras como Rosita Quiroga e Azucena Maizani,venderam muitos discos na florescente indústria discográfica argentina e difundiram o tango para fora da Argentina. Os anos 40 marcam a segunda época de ouro do tango,quando novos valores do tango como Aníbal Troilo,Astor Piazzolla,Armando Pontier se juntam a nomes consagrados como Francisco Canaro e Carlos di Sarli,isso sem contar o fenômeno de popularidade que foi a típica de Juan D'Arienzo.

Existiu também o tango brasileiro muito em voga no início do século vinte no Rio de Janeiro. Muitos dizem que ele nada mais era que uma denominação do maxixe, devido ao fato de este ter sido proibido.Daí editarem as canções com o gênero descrito por "tango brasileiro". Outros contestam essa história dizendo que há diferença entre o tango brasileiro e o maxixe e esta se daria pala presença de uma pausa na primeira semicolcheia do primeiro tempo, que o tango não possuiria.

Estilo do tango

Há diferentes tendências em seu estilo. O tango-canção, tango canyengue, o tango milonga, tango romanzae o tango jazz. Hoje em dia é possível até encontrar estilos como tango rock e eletrotango, ou tango eletrônico. O eletrotango pode ser conferido nos trabalhos dos grupos Bajofondo Tango Club e Gotan Project.
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Beatles - A Hard Day's Night



faixas:

01 - A Hard Days Night
02 - I Should Have Known Better
03 - If I Fell
04 - Im Happy Just To Dance With Yo
05 - And I Love Her
06 - Tell Me Why
07 - Cant Buy Me Love
08 - Any Time At All
09 - I'll Cry Instead
10 - Things We Said Today
11 - When I Get Home
12 - You Can't Do That
13 - I'll Be Back



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AstrudGilberto - Sept17,1969


(brazilian singer)
Filha de peixe, peixinho é... É a Astrud ... Técnica perfeita, voz mais que colocada... adivinha a família da doidinha...

faixas:

01-Beginnings
02-Holiday
03-Here there and everywhere
04-Light my fire
05-Let go (Canto de Ossanha)
06-Let's have the morning after (instead of the night before)
07-Think of rain
08-A million miles away behind the door (from the Paramount production _Paint your wagon_)
09-Love is stronger than we
10-Don't leave me baby
11-Summer sweet, part 1 _ Summer sweet, part 2 to be continued


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Richard Wright - Broken China



Recentemente falecido, a gente reposta o Richard Wright junto com nosso reconhecimento pela obra e pela postura do artista, os teclados do Pink Floyd

faixas:

asdf

(fonte: wikipédia)
"
Richard "Rick" William Wright (Londres, 28 de Julho de 1943 — Londres, 15 de Setembro de 2008) foi um músico britânico, tecladista da banda de rock progressivo Pink Floyd.
Entrou para a escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.
O único nascido em Londres entre os integrantes do Pink Floyd, Richard Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison nos Beatles, John Entwistle no The Who e John Paul Jones no Led Zeppelin.
Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side of the Moon (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e participou na composição de cinco das dez músicas. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".
A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.
O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe (guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).
Quando os Floyd começaram a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.
Depois da saída do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.
O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.
Já em The Division Bell, Rick Wright voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.
Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".
Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentavam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.
Morreu em sua casa em Londres, em 15 de setembro de 2008, a informação foi revelada por um porta-voz do grupo, e em seguida, divulgada expressamente no web-site da banda. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer[1].
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Auscultate - Gregorian Chants - Love Songs


Ouça a interpretação de "Nights in White Satin" do Moody Blues e diga se nao arrepia...



faixas:
1.Imagine
2.Lady In Red
3.When You Say Nothing At All
4.Who Wants To Live Forever
5.Nights In White Satin
6.Beauty And The beast
7.Can You Feel The Love Tonight
9.How Deep Is Your Love
10.When I Need You
11.Perhaps Love
12.Hard To Say I'm Sorry




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Chico Buarque - A Arte de Chico Buarque


(brazilian singer)
Inicialmente lançada em vinil, a série "A Arte de..." se constitui em um dos mais bem sucedidos conjuntos de coletâneas. O cuidado na seleção das músicas permite uma audição tranquila sem os sobressaltos tão comuns em discos do tipo. Esse aqui é indiscutivelmente um dos melhores.

faixas:

01-Rosa Dos Ventos
02-Gente Humilde
03-Construção
04-Samba de Orly (Samba de Fiumicino)
05-Valsinha
06-Cordão
07-Quando O Carnaval Chegar
08-Bom Conselho
09-Atrás da Porta
10-Bárbara
11-Lígia
12-Essa Moça Tá Diferente
13-Agora Falando Sério
14-Deus Lhe Paque
15-Minha História (Gesubambino)
16-Olha Maria
17-Caçada
18-Ana de Amsterdam
19-Joanna Francesa
20-Taguagem
21-Tira as Mãos de Mim
22-Acorda Amor
23-Sinal Fechado



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Feliz Natal ( Merry Christmas / Joyeux Noel) 2005



Filme belíssimo, um libelo à paz. Grande parte da doçura da película se deve a trilha que aqui postamos.

faixas:
01 - Ave Maria
02 - Ouverture
03 - Hymne Des Fraternises
04 - Anna Et Nikolaus
05 - La Guerre
06 - Enterrement Des Soldats
07 - Bist Du Bei Mir
08 - Stille Nacht
09 - La Lettre De Jonathan
10 - Les Souvenirs De Ponchel
11 - Le Match De Football
12 - Le Discours De L'Eveque
13 - Le Courrier Des Soldats
14 - War Adagio
15 - Theme De L'Absence
16 - Hymne Des Fraternises - I'm Dreaming Of Home
17 - Adeste Fideles
18 - Invitations - I'm Dreaming Of Home
19 - Anna Et Nikolaus
20 - Aria Pour Violon Et Orchestre
21 - Hymne Des Fraternises




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Beatles - With the Beatles



Sem comentários

faixas:

01 - Beatles - It Won't Be Long
02 - Beatles - All I've Got To Do
03 - Beatles - All My Loving
04 - Beatles - Don't Bother Me
05 - Beatles - Little Child
06 - Beatles - Till There Was You
07 - Beatles - Please Mister Postman
08 - Beatles - Roll Over Beethoven
09 - Beatles - Hold Me Tight
10 - Beatles - You Really Got A Hold On Me
11 - Beatles - I Wanna Be Your Man
12 - Beatles - Devil in Her Heart
13 - Beatles - Not A Second Time
14 - Beatles - Money (That's What I Want)




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E - BOOK >>>>>>>> Frank Schatzing - O Cardume

Sempre passei por ele sem dar a mínima. A capa remete a filmes de terror classe Z... Que engano, que engano... Contido em seu quase milhar de páginas, o livro do Schatzing me fornece prazerosas horas de leitura, esses dias corridos. Um thriller ecológico, pode-se dizer, muito bem amarrado e apresentado em linguagem ágil e despretenciosa. Dá uma puxavante de orelhas no Homem Contemporâneo, passando-lhe na cara sua indiferença criminosa diante das coisas da natureza, representada no livro pelos oceanos. O Schatzing, meus amigos e amigas, é um fantástico contador de histórias.

O Cardume (fragmento)
"...uma daquelas cópias idealizadas que se tornavam cada vez mais familiares para as pessoas do que a realidade. Quem é que ainda procurava saber alguma coisa sobre a vida medieval, se Hollywood mostrava isso do seu próprio jeito? Quem queria saber como morria um peixe, como sangrava e era cortado, e como eram retiradas suas vísceras, desde que fosse possível comprar seus pedaços sobre o gelo? As crianças americanas desenhavam galinhas com seis pernas, porque as coxas de galinha eram vendidas em pacotes de seis unidades no supermercado. Bebia-se leite da caixa de papelão e sentia-se nojo do conteúdo de uma teta de vaca. A percepção do mundo estava se distorcendo, resultando em arrogância. ... Tratava-se cada vez menos de compreender o planeta do que de moldá-lo em seu favor. Na colorida Disneylândia dos equívocos, a intervenção humana conseguia uma nova e terrível justificativa..."






GotanProject - Inspiración-Espiración


Esse disco apresenta remixes do trabalho desse fantástico grupo que tem aqui outros discos postados. "Gotan" nada tem a ver com o Batman... É "tango" com as sílabas misturadas...E o que eles fazem? TECHNO TANGO...putz... UM PUTA SOM...
Em tempo. Eu prefiro os discos originais... nao fui com a cara desses remixes como nao gosto de nenhum remix.

faixas:

01 - Cerioto - La Cumparsita - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
02 - Astor Piazzolla - Cite Tango - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
03 - Gotan Project Meets Chet Baker - Round About Midnight - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
04 - Gotan Project - Confianzas - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
05 - Peace Orchestra - The Man (El Hombre Remix) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
06 - Domingo Cura - Percusion (Part 1) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
07 - Gotan Project - La Del Ruso (Calexico Version) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
08 - Gotan Project - El Capitalismo Foraneo (Antipop Consortium - Kushite Remix) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
09 - Anibal Troilo - Tres Y Dos (Tango) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
10 - Al-Shid - M.a.t.h. - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
11 - Gotan Project - Triptico (Peter Kruder Trip De Luxe) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix
12 - Gotan Project Santa Maria (Del Buen Ayre) (Pepe Bradock Wider Remix) - Gotan Project - Inspiracion-Espiracion Remix

(fonte:attambur.com)
"Sobre o Gortan Project
Eram uma vez três amigos de três cantos do mundo. Um, Philippe Cohen-Solal, era francês; dirigia uma editora chamada ¡Ya Basta! e fazia house music. Outro, Christoph H. Mueller, era suiço e conhecido das electrónicas sofisticadas. Trabalhavam juntos como produtores e engenheiros de som. Outro ainda, Eduardo Makaroff, era argentino, guitarrista e vivia em França há dez anos.

Há pouco mais de dois anos juntaram-se à esquina e procuraram um som para um projecto a três. Queriam ter dub e o bandonéon argentino que Piazzolla tanto ajudou a divulgar. À chegada, sem eles próprios saberem muito bem como, inventaram o cibertango — daí o nome Gotan Project ("Gotan" é tango ao contrário no calão de Buenos Aires). Pensavam que o primeiro EP — "El Capitalismo Foraneo" ia vender 200 cópias aos amigos e conhecidos. Mas esse e os que vieram a seguir — "Triptico" e "Santa Maria" — foram descobertos e adoptados pelos mais influentes DJs do mundo.

Dois anos depois, o álbum de estreia "La Revancha del Tango" tornou-se no disco-sensação de 2001. Pelo final do ano, não havia praticamente ninguém que não tivesse ouvido a sedutora e hipnótica miscelânea de ritmos electrónicos e inspiração tango que compõe o álbum dos Gotan Project — e que não se tivesse deixado embalar por ele. A crítica e o público foram unânimes em aclamar esta "vingança do tango" que até adaptava à peculiar linguagem do trio cosmopolita um original de Frank Zappa!…

O sucesso impôs aos Gotan Project o que até aí era impensável — tocar ao vivo. Foi nessa primeiríssima digressão que Cohen-Solal, Mueller e Makaroff se apresentaram no palco da Aula Magna, em Lisboa — naquele que foi apenas o seu terceiro concerto oficial…

Agora que já rodaram bastante mais e que já aprenderam a converter a envolvência de "La Revancha del Tango" para palco, os Gotan Project regressam a Portugal. Ao Coliseu de Lisboa e ao Sá da Bandeira do Porto, para provar que esta "vingança" é um prato que não se serve frio mas antes perante o calor de uma audiência entusiasta como o público português sabe ser.
"



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Piper's Legacy - Scottish Celtic Bagpipes



Um disco pra lá de belo, toda a melancólica versatilidade da gaita de foles presente em cada faixa. Destaque para as tradicionalíssimas "Danny Boy", "Amazing Grace" e, claro, "Greensleeves"

faixas:

01. Morning Has Broken
02. The Mist Covered Mountains
03. Duart's Castle
04. The Water Is Wide
05. Amazing Grace
06. The Road To The Isles
07. Greensleeves
08. Boat Songs
09. The Meeting Of The Waters
10. Danny Boy
11. Going Home


(fonte: wikipédia)
"A gaita-de-fole (também gaita de foles, cornamusa, museta, musette ou simplesmente gaita) é um instrumento da família dos aerofones, composto de pelo menos um tubo melódico (chamado ponteiro ou cantadeira, pelo qual se digita a música) e dum insuflador mediado por uma válvula (chamado soprete ou assoprador), ambos ligados a um reservatório de ar (chamado fole ou bolsa); na maioria dos casos, há pelo menos mais um tubo melódico, pelo qual se emite uma nota pedal constante em harmonia com o tubo melódico (chamado bordão ou ronco). É um instrumento modal, na maioria das vezes jônio (modo de dó), apesar de haver modelos em modos mixolídio (modo de sol) e eólio (modo de lá), para além de possíveis outros. A cantadeira possui a peculiar configuração de ser construída baseada numa nota (chamada tonal, geralmente soada com todos os furos fechados), e afinada noutra (chamada sensível, geralmente a primeira nota aberta), a qual rege a afinação da nota pedal soada pelo bordão (geralmente uma oitava abaixo da nota sensível da cantadeira). As possíveis afinações variam de gaita para gaita, geralmente em dó, ré, sol, lá, si ou si bemol.
Outra peculiaridade das gaitas-de-fole é integrarem o restrito grupo de instrumentos de ar que tocam contínua e mecanicamente, sem necessidade de pausa para o músico respirar."



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Última obra deste monstro da literatura latino-americana, o Garcia Márques. Uma viagem onde um ancião corteja uma jovem senhorita, mergulhando em seu universo, mesclando-o às suas próprias vivências. FENOMENAL.
(fonte: Wikipédia)
"Memória de Minhas Putas Tristes (Memoria de mis putas tristes) foi escrito em 2004 por Gabriel García Márquez e publicado em outubro do mesmo ano